[A BÍBLIA DO VBA NO ACCESS]: MACROS E PROGRAMAÇÃO VBA NO ACCESS - CURSO COMPLETO

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SQL Server 2005 - CURSO COMPLETO

Autor: Júlio Battisti
Lição 192 - Capítulo 11 - Um Pouco Sobre OLE DB e ADO

OLE DB é uma tecnologia, baseada na tecnologia COM – Common Object Model – da Microsoft, para acesso a Bases de dados. Uma das grandes novidades trazidas pela tecnologia OLE DB é a possibilidade de acesso a bases de dados, não estruturadas, como por exemplo arquivos de mensagens de correio eletrônico, arquivos de texto, e Bancos de Dados de documentos como o Lotus Notes ou o Microsoft Exchange. Além disso, a tecnologia OLE DB foi construída tendo a performance como uma de suas diretivas.

Diferente do ODBC, não existe um Driver OLE DB para cada fonte de dado. Na tecnologia OLE DB, o conector para uma fonte de dados é chamado de OLE DB Provider. Por exemplo, existe um OLE DB Provider para Microsoft Access, um OLE DB Provider para Microsoft SQL Server, um para mensagens de correio do Microsoft Exchange, um para Bancos de Dados Oracle e assim por diante.

Muitos usuários pensam que OLE DB veio para substituir completamente o padrão ODBC. Na verdade isto pode até acontecer daqui a algum tempo. Porém, na prática, existe um OLE DB Provider para ODBC. Com isso, utilizando OLE DB podemos ter acesso a qualquer fonte de dados ODBC. Na prática, ODBC funciona como se fosse um subconjunto de OLE DB, uma vez que OLE DB fornece acesso a todas as fontes de dados ODBC (através da utilização do OLE DB Provider para ODBC), mais as fontes de dados não estruturadas para as quais existem OLE DB Provider disponíveis.

Na Figura 11.27, temos uma visão geral do acesso a fontes de dados, utilizando OLE DB.

SQL Server 2005 Completo - Julio Battisti
Figura 11.27 Acessando fontes de dados com OLE DB.

Veja que é possível o acesso a qualquer fonte de dados ODBC. Também é possível o acesso sem a utilização de ODBC, utilizando-se o OLE DB Provider adequado para cada situação. Quanto estamos utilizando OLE DB, temos a figura da fonte de dados e do consumidor de dados. Um OLE DB Provider é a fonte de dados, já o aplicativo é o consumidor de dados. No próximo item, criaremos páginas ASP que acessam dados de um Banco de Dados do Microsoft SQL Server 2005. Com isso, nossas páginas ASP atuarão como consumidores de dados.

Porém OLE DB, na verdade, é uma API (Application Programming Interface) baseada na tecnologia COM da Microsoft. Utilizar diretamente uma API é algo que requer conhecimentos avançados de programação, tais como o domínio das linguagens C e C++. Embora seja factível utilizar diretamente OLE DB, é muito pouco produtivo, além de exigir profissionais com conhecimentos avançados de programação.

Para solucionar o problema de utilização direta de OLE DB foi criada uma camada adicional de programação, a qual é conhecida como ADO – Activex Data Objects. Com a utilização de ADO, temos acesso a uma série de objetos e seus métodos. A utilização dos objetos ADO é bem mais simples do que a utilização direta da API OLE DB. Com a utilização de ADO, a produtividade do desenvolvedor aumenta bastante, pois os objetos de ADO são de fácil aprendizagem e utilização, principalmente para quem já programa em Visual Basic ou Delphi. Quando utilizamos um objeto ADO, o próprio objeto sabe como converter a chamada feita, para comandos que a API OLE DB entende e é capaz de executar.

Neste e no próximo capítulo, sempre que formos fazer acesso a Bases de dados, vamos utilizar objetos ADO. Por exemplo, para estabelecer uma conexão com um Banco de Dados, estaremos utilizando o objeto Connection; para acessar registros de uma ou mais tabelas do Banco de Dados, utilizaremos um objeto chamado Recordset e assim por diante. No Capítulo 13, passaremos a utilizar o ADO.NET, que é a tecnologia de acesso a dados do .NET. Por exemplo, para criar uma página ASP.NET que consulta dados em um banco de dados do SQL Server 2005, utilizaremos objetos do ADO.NET. Bem, mas este já é assunto para o Capítulo 13.

Na Figura 11.28, representamos o acesso a dados através de ADO, o qual se comunica com a API OLE DB.

SQL Server 2005 Completo - Julio Battisti
Figura 11.28 Acessando fontes de dados com ADO/OLE DB.

Nota: Com isso terminamos nosso estudo sobre os aspectos teóricos necessários ao entendimento da conexão de páginas ASP com Bancos de Dados. A partir do próximo item aprenderemos, na prática, a criar páginas ASP que fazem conexão com Banco de Dados. Grande parte do nosso trabalho será estudar os objetos, métodos, propriedades e eventos da tecnologia ADO. Nunca é demais salientar que ADO é a forma de acesso a dados indicada pela Microsoft, para as tecnologias anteriores ao .NET, tais como ASP e Visual Basic 6.0. No site http://msdn.microsoft.com existem diversos documentos que ensinam como migrar de outras tecnologias mais antigas (como DAO por exemplo), para a tecnologia ADO/OLE DB. Além disso a Microsoft vem anunciando que as tecnologias mais antigas (como DAO e RDO) serão descontinuadas, isto é, serão substituídas por ADO.

Outro ponto importante a salientar é que ADO não é somente para uso em aplicações Web. Podemos utilizar ADO para qualquer aplicação, como as tradicionais aplicações Cliente/Servidor de duas ou três camadas desenvolvidas em Visual Basic ou qualquer outra linguagem com suporte a ADO/OLE DB.

Nota: Neste Capítulo, criaremos as páginas ASP utilizando um editor de textos padrão, como o Bloco de Notas. Existem ambientes de desenvolvimentos do tipo RAD (Rapid Application Development), para a criação de páginas ASP. Dois dos mais conhecidos são o Visual Interdev, da própria Microsoft e o Dreamweaver da Macromedia.

Desenvolvimento em: O Modelo de Objetos do ADO – Activex Data Objects

Pré-Requisitos

• -   Fundamentos apresentados na Parte I.

• -   Noções sobre os modelos de desenvolvimento.

• -   Conhecimento básico de ODBC e OLE DB

Metodologia

• -   Apresentação dos principais objetos do ADO, para acesso aos dados do servidor SQL Server 2005.

Neste item, teremos uma visão geral do Modelo de Objetos do ADO. Nos demais itens deste capítulo, vamos utilizar, na prática, alguns destes objetos. Para um estudo detalhado dos objetos do modelo ADO, consulte o e-book “Criando Sites Dinâmicos com ASP 3.0”, de minha autoria, disponível para venda no meu site, em http://www.juliobattisti.com.br/ebooksdoautor

Na Figura 11.29, temos uma visão geral dos principais objetos do Modelo de Objetos ADO.

SQL Server 2005 Completo - Julio Battisti
Figura 11.29 O Modelo de Objetos ADO.

Abaixo uma descrição resumida dos principais objetos:

•  Connection: Este objeto é utilizado para estabelecer uma conexão com uma fonte de dados, seja através de um driver ODBC ou de um OLE DB Provider. O primeiro passo para acessar uma fonte de dados é estabelecer uma conexão com esta fonte. Uma vez estabelecida esta conexão, podemos utilizar outros objetos para extrair, alterar e inserir dados ou qualquer outra operação que seja permitida pela fonte de dados. Quando estabelecemos a conexão, também podemos passar informações de autenticação, tais como o nome do usuário e senha, de tal forma que seja dado acesso aos dados de acordo com as permissões de cada usuário. Por exemplo, podem existir usuários que devam ter permissão somente para leitura dos dados, já outros usuários podem necessitar de permissão para leitura e alteração e assim por diante.

Um detalhe importante a ser salientado é que a criação de uma conexão com um Banco de Dados, através da utilização do objeto Connection, não é obrigatória. Podemos utilizar diretamente os objetos Command, Recordset e Record, pois cada vez que utilizarmos um destes objetos, uma conexão será automaticamente criada. Porém pode ser mais prático a criação explícita de uma conexão, principalmente em situações em que muitos comandos são executados contra a fonte de dados. Neste caso, a criação de uma conexão, com a utilização do objeto Connection, pode melhorar o desempenho da aplicação Web. Se deixarmos que cada objeto crie a sua própria conexão, teremos um número grande de conexões com o banco de dados. Cada conexão consome recursos, principalmente memória RAM, no servidor. Se criarmos um objeto Connection e os demais objetos utilizarem esta conexão, teremos um número reduzido de conexões, o que melhora bastante o desempenho. Pode parecer pouco significativo para uma única página ASP. Agora imagine uma página ASP que é acessada por milhares de usuários. Multiplique o número de usuários pelo número de conexões que a página ASP cria com o Banco de Dados, e você terá um bom motivo para utilizar o objeto Connection, ao invés de deixar cada objeto criar a sua própria conexão.

•  Command: Este objeto pode ser utilizado para executar um comando (uma instrução SQL por exemplo) em uma fonte de dados. Podemos utilizar este objeto para efetuar uma consulta em uma ou mais tabelas de um Banco de Dados e retornar o resultado em um objeto Recordset. Também podemos utilizar este objeto para alterar a estrutura de um Banco de Dados, desde que tenhamos permissão para isso. Um dos usos mais comuns do objeto Command é para executar um Stored Procedure em um Banco de Dados. Com o uso deste objeto podemos, inclusive, passar parâmetros de entrada e receber parâmetros de saída de um Stored Procedure.

•  Recordset: Este objeto representa um conjunto de registros obtidos a partir de um Banco de Dados. Este conjunto de registros pode, por exemplo, ter sido retornado devido a uma operação do objeto Command. Todo objeto Recordset é formado por linhas e colunas, como se fosse uma tabela de um Banco de Dados.

•  Record: Este objeto representa uma única linha (ou seja, um único registro) de um objeto Recordset.

•  Stream: Este objeto é utilizado para manipular dados não estruturados, normalmente organizados em formas de árvores hierárquicas. Pode ser utilizado para acessar informações de um sistema de arquivos ou um sistema de correio eletrônico.

Cada um destes objetos apresenta uma série de métodos, propriedades, eventos e coleções.

Nota: Na maioria das situações utilizamos os objetos Connection e Recordset juntos em uma mesma página ASP. No próximo item vamos estudar o objeto Connection, porém já fazendo uso do objeto Recordset. Nos exemplos práticos será apresentado apenas o básico sobre o objeto Recordset. Nos próximos itens deste capítulo, estudaremos mais detalhes sobre o objeto Recordset.

Antes do primeiro exemplo prático, vamos à definição do que é uma página ASP.

Desenvolvimento em: Aplicações com ASP – Active Server Pages

Pré-Requisitos

• -   Fundamentos apresentados na Parte I.

• -   Noções sobre os modelos de desenvolvimento.

• -   Conhecimento básico de ODBC e OLE DB

• -   Modelo de Objetos do ADO.

• -   Noções sobre os comandos básicos da linguagem T-SQL.

<Item Know-How>Metodologia

• -   Apresentação dos objetos, métodos e propriedades do modelo ADO para acesso aos dados do servidor SQL Server 2005, através de páginas ASP.

Técnica

• -   Utilização dos objetos, métodos e propriedades do modelo ADO para a criação de paginas ASP que acessam aos dados do servidor SQL Server 2005.

Definir exatamente o que é ASP é uma tarefa que pode gerar controvérsias. Eu, particularmente, gosto de definir ASP, como sendo: “Uma tecnologia que permite a criação de páginas dinâmicas, nas quais além de código HTML, temos código ASP. É justamente este código, que fornece toda a funcionalidade que torna os sites criados em ASP dinâmicos, possibilitando a criação de aplicações Web”.

Uma página ASP é uma “mistura” de código HTML tradicional com código ASP. O código ASP é colocado entre os marcadores <% (início de um bloco de código ASP) e %> (final de um bloco de código ASP). Em uma página, podemos ter diversos blocos de código ASP. Desta forma, posso ir intercalando código ASP e código HTML padrão. O código ASP é que fornece a capacidade de execução de comandos que fazem conexões com Banco de Dados, retornam resultados e executam cálculos e operações que tornam as páginas mais dinâmicas. A seguir, um exemplo simples de um arquivo em que temos código ASP e código HTML na mesma página:

Exemplo 11.1 – A Primeira Página ASP!!

1  <HTML>


2 <HEAD>


3 <TITLE>Minha primeira página ASP !!</TITLE>


4 </HEAD>



5 <BODY>



6 <%



7 Response.Write “<H1>Data de hoje: “ & Date( ) & “</H1>”


8 Response.Write “<H1>Hora atual: “ & Time( ) & “</H1>”



9 %>



10 </BODY>
11 </HTML>

Nota: Não digite o número das linhas. A numeração apenas aparece na listagem, para servir como referência na hora de explicarmos o código ASP.

Ao abrir esta página no navegador, obtemos o resultado indicado na Figura 11.30.

SQL Server 2005 Completo - Julio Battisti
Figura 11.30 Nossa primeira página ASP.

Nota: Salvei este arquivo na pasta Capítulo11 criada anteriormente, com o nome de Exemplo11-1.asp. Por isso o endereço para esta página é o seguinte: http://servidor/LivroSQL2005/Capitulo11/Exemplo11-1.asp

Se você pressionar F5 para Recarregar a página, será exibida a data e hora, já atualizados. Em resumo, cada vez que você carregar a página, as funções Date( ) e Time( ) retornarão a data e hora atualizadas. Veja que é o código ASP que torna a página dinâmica.

Não defino ASP como uma linguagem de Script, porque para a criação de páginas ASP, podemos utilizar diferentes linguagens de Script, tais como VBScript e Java Script. Neste capítulo, utilizaremos o VBScript.

Nota: Para maiores detalhes sobre o VBScript consulte o endereço http://msdn.microsoft.com/scriptin ou o endereço http://www.serachvb.com. Você também encontrará informações sobre VBScript e-book “Criando Sites Dinâmicos com ASP 3.0”, citado anteriormente.

Melhor do que definições formais é entender como funciona uma página ASP. Vamos nos basear na Figura 11.31.

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Figura 11.31 Como funciona o ASP.

Vamos fazer alguns comentários sobre esta figura.

O servidor Web, no nosso caso o IIS da Microsoft, reconhece que a página solicitada é uma página ASP, pela extensão da página. As páginas ASP devem ter a extensão .asp. Se criarmos uma página ASP e salvarmos a página com e extensão .htm ou .html, o IIS, simplesmente ignora o código ASP. A criação de páginas ASP está ligada à utilização do IIS. Não podemos, por exemplo, criar páginas ASP e disponibilizá-las utilizando outros servidores Web, como o Netscape Web Server ou o Apache.

O usuário digita o endereço http://www.abc.com/cep.asp e tecla Enter. Feito isso, o pedido é enviado para o servidor www.abc.com. O servidor identifica a extensão do arquivo – .asp. Como a extensão é .asp, a página cep.asp é passada para o “Interpretador ASP”, o qual faz parte do IIS. O interpretador percorre toda a página, executando o código ASP e retornando o código HTML, resultante deste processamento. Com isso, o que é retornado para o usuário que solicitou a página ASP é apenas o código HTML resultante do processamento do código ASP da página. Este fato pode ser comprovado, pedindo para que o navegador exiba o código-fonte da página. No caso do Internet Explorer, basta selecionar a opção Código fonte, do menu Exibir. O fato do retorno ser HTML puro, traz diversos benefícios, dentro os quais podemos destacar:

•  Os algoritmos, bem como o próprio código ASP, ficam protegidos. Isto significa que o usuário não tem acesso ao código das aplicações Web, desenvolvidas em ASP. Isto é bastante desejável, uma vez que não seria interessante que qualquer usuário pudesse copiar, livremente, os algoritmos e códigos da sua empresa.

•  O acesso a páginas ASP é independente do navegador utilizado. Não importa se estamos utilizando o Netscape Navigator, o Internet Explorer, ou qualquer outro navegador. Uma vez que o que retorna é código HTML, qualquer navegador é capaz de acessar uma página ASP.

Em contrapartida, o servidor precisa ser o IIS da Microsoft. Outros servidores ainda não possuem um Interpretador ASP.

Outra questão importante a considerar é o fato de uma página ASP ser interpretada no servidor. Isto significa que você não pode criar uma página ASP e testá-la localmente, simplesmente abrindo-a no navegador. Se você criar uma página ASP, salvá-la no seu disco rígido local e tentar abri-la no navegador, todo o código ASP será ignorado, uma vez que não existe o Interpretador ASP. Para poder testar as suas páginas ASP, você terá que salvá-las em um servidor Web, que esteja rodando o IIS.

Já conversamos bastante e agora é hora de ação. No próximo item, vamos estudar o objeto Connection e criar uma página ASP que utiliza este objeto para retornar dados de uma tabela de um Banco de Dados do SQL Server 2005.

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