[A BÍBLIA DO VBA NO ACCESS]: MACROS E PROGRAMAÇÃO VBA NO ACCESS - CURSO COMPLETO

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WINDOWS 7 - CURSO COMPLETO - 2400 páginas
Autor: Júlio Battisti


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Lição 160 - Capítulo 07 - Compartilhamento de Pastas, Permissões e outros Recursos

Introdução:

Neste capítulo aprenderemos a criar e administrar Pastas compartilhadas. Ao compartilharmos uma pasta, esta passa a estar acessível para acesso através de outros computadores da rede. O uso de pastas compartilhadas é a maneira de possibilitar a todos os usuários da rede o acesso a uma ou mais pastas, na qual são gravados arquivos de interesse comum, utilizados por um grupo de pessoas.

Por exemplo, pode ser o caso de uma equipe de projeto que utiliza uma pasta compartilhada em um computador da rede da empresa, para gravar os arquivos com os manuais e a documentação do projeto. Desta maneira todos os membros da equipe de projetos, podem ter acesso aos referidos arquivos. O mais importante é que ao utilizar um único local de armazenamento – a pasta compartilhada em um dos computadores da rede – todos estão tendo acesso a mesma versão de cada documento (e melhor ainda, a versão mais atualizada). Isto evita a situação em que os documentos estão espalhados, gravados em pastas de vários computadores e um documento é alterado. Neste caso, para que os demais participantes do grupo pudessem ter acesso à versão mais atualizada do documento, teríamos que copiar o arquivo com a versão atualizada para cada um dos demais computadores, dos participantes do projeto. Vejam que este seria um método bem mais trabalhoso e praticamente impossível de se implementar. Com a pasta compartilhada não; alterou um documento, todos acessam a versão atualizada.

Ao criar uma pasta compartilhada podemos definir quais usuários terão acesso à pasta e qual o nível de acesso de cada usuário. Por exemplo, podemos dar permissão de leitura e escrita para um determinado grupo e somente de leitura para outro grupo e, ainda, negar o acesso para um terceiro grupo. Para definir as permissões utilizamos Grupos de Usuários, conforme comentado no Capítulo 6, ao invés de definir as permissões individualmente para cada usuário. Não que não seja possível definir as permissões para cada usuário individualmente. Possível é, apenas é recomendado que se utilizem grupos, para facilitar a definição e a administração das permissões de acesso, conforme explicado e exemplificado no Capítulo 6.

Uma pasta compartilhada pode ser acessada de diversas maneiras, conforme veremos neste capítulo. Pode-se usar diretamente o caminho para a pasta ou pode-se montar um drive. Montar um drive significa que teremos um novo drive no sistema, como por exemplo: X: ou Y: ou S:. Na prática, este drive é um atalho para a pasta compartilhada, ou seja, ao acessarmos o referido drive, estamos, na verdade, acessando a pasta compartilhada. O uso de drives montados facilita o acesso às pastas compartilhadas, pois com isso o usuário não precisa lembrar o nome do servidor e o nome do compartilhamento; tudo o que o usuário precisa é acessar o drive que serve como atalho para a pasta compartilhada.

Em seguida falaremos um pouco sobre sistemas de arquivos e mais especificamente sobre o sistema NTFS. Veremos que com o sistema de arquivos NTFS é possível definir permissões de acesso para pastas e arquivos, e é possível compactar pastas e arquivos, criptografar e configurar auditoria. Aprenderemos sobre os tipos de permissões NTFS existentes e como configurá-las. Faremos diversos exemplos práticos para entendermos como funcionam as permissões NTFS e como são combinadas as permissões de pastas com as permissões de arquivos.

Aprenderemos a definir permissões para usuários e grupos e veremos que as permissões são cumulativas. Também falaremos sobre a precedência de negar sobre permitir. Por fim vamos entender como são combinadas as permissões NTFS com as permissões de compartilhamento. Podem existir situações em que existe um conjunto de permissões de compartilhamento e um conjunto diferente de permissões NTFS em uma mesma pasta. Nestes casos temos que saber avaliar qual a permissão efetiva resultante. Também aprenderemos o conceito de “Tornar-se dono de um arquivo ou pasta – Take Ownership”. Veremos como realizar esta operação e em que situações é necessário o uso de Take Ownership para recuperar o acesso a arquivos e pastas.

O uso do sistema de arquivos NTFS aumenta consideravelmente a segurança do Windows 7 em relação a versões mais antigas do Windows, como por exemplo o Windows 95/98 ou o Windows Me. No Windows NT, Windows 2000, Windows XP e Windows Vista já existia o suporte ao sistema de arquivos NTFS e às permissões de acesso.

Seguindo neste capítulo veremos uma série de importantes funcionalidades, disponibilizadas pelo sistema de arquivos NTFS. Já falamos sobre a definição de permissões NTFS que possibilitam garantir a segurança no acesso a pastas e arquivos, mesmo para usuários logados localmente, conforme descrito no início do Capítulo.

Vamos iniciar falando sobre a criptografia de arquivos. Quando uma pasta ou um arquivo é criptografado, o usuário que fez a criptografia, continua trabalhando com o arquivo, da mesma maneira que em outros arquivos e pastas. A criptografia é transparente para o usuário que criptografou o arquivo. Isso significa que você não precisa descriptografar manualmente o arquivo criptografado para só depois poder usá-lo. Você pode abrir e alterar o arquivo da maneira habitual. Já quando outro usuário, que não o usuário que criptografou o arquivo, tenta acessar o arquivo criptografado, este receberá uma mensagem de acesso negado.

A tecnologia de criptografia do Windows 7 é baseada no EFS – Encripted File System (Sistema de arquivos criptografados). O EFS fornece todo o suporte necessário para trabalhar com arquivos criptografados. Somente arquivos e pastas em volumes NTFS podem ser criptografados.

Em seguida vamos tratar da compactação de arquivos e pastas. Cada pasta e/ou arquivo tem um atributo de compactação que, quando marcado, faz com que o Windows 7 compacte o arquivo/pasta. Somente é possível utilizar a compactação em volumes formatados com NTFS.

Não devemos confundir a compactação de pastas e arquivos em volumes NTFS, com a criação de arquivos compactados, no formato .zip. Quando utilizamos a compactação do sistema NTFS, os arquivos continuam disponíveis para o usuário normalmente, apenas são gravados no disco rígido com base em um algoritmo de compactação do Windows 7. Um dos mitos que existe é que a compactação de volumes causa uma queda drástica no desempenho do computador. Conforme citado, não passa de mito, pois os algoritmos de compactação evoluíram muito e a queda de desempenho, quando acontece, é praticamente imperceptível.

Na seqüência trataremos sobre quotas de disco. Com o sistema de arquivos NTFS é possível definir quotas de disco. As quotas são definidas para cada usuário em cada volume. Por exemplo, se em um disco de 40 GB tivermos dois volumes de 20 GB, par exemplo: D: e E: , as quotas serão definidas, independentemente, para cada volume. Por exemplo, o usuário jsilva pode ter uma quota de 500 MB no drive D e de 100 MB no drive E:. O Windows 7 calcula o espaço em disco utilizado por cada usuário, com base nos arquivos de que o usuário é dono. Normalmente o dono de um arquivo é o usuário que criou ou copiou o arquivo para a pasta. Quando o usuário atinge a quota definida, podemos configurar o Windows 7 para que não permita mais que o usuário grave arquivos no volume.

Vamos tratar também sobre o conceito de pastas Off-line. O Windows permite que você trabalhe off-line pois é possível o uso de programas e arquivos de rede compartilhados mesmo quando não estamos conectados à rede. Por exemplo, depois de configurar o seu notebook para trabalhar off-line, você poderá continuar trabalhando normalmente em arquivos em pastas compartilhadas pela rede. Quando trabalhamos com arquivos off-line, podemos exibi-los na sua pasta Arquivos off-line e excluí-los dela. Você também poderá especificar quando e como os arquivos serão sincronizados ou então criptografar os arquivos off-line.


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