[A BÍBLIA DO VBA NO ACCESS]: MACROS E PROGRAMAÇÃO VBA NO ACCESS - CURSO COMPLETO

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WINDOWS 7 - CURSO COMPLETO - 2400 páginas
Autor: Júlio Battisti


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Lição 289 - Capítulo 13 - O Surgimento da Internet

Antes de iniciarmos a parte prática do IIS é importante conhecermos uma série de conceitos teóricos tais como:

  • A arquitetura da Internet: Servidores e Navegadores.
  • Conteúdo Estático x Conteúdo Dinâmico.
  • O modelo Cliente Servidor e a evolução para o modelo em camadas (2,3, 4 ou n camadas).
  • Formação de endereços de um servidor Web com o IIS.

Então vamos a nossa dose de teoria. Logo após abordaremos as configurações práticas do IIS.

A Arquitetura Básica da Internet: Servidores e Navegadores:

A Internet, seus protocolos e sua tecnologia, fazem parte da vida de um número cada vez maior de pessoas. Fazer compras, sem sair de casa; receber, diretamente no seu computador, as últimas notícias; comprar e vender ações pela Internet; procurar emprego pela rede, usar o Facebook Twitter, Linkedin e tantos outros sites, são apenas alguns exemplos de facilidades e serviços oferecidos pela Internet. Talvez seja mais simples enunciar o que não é possível de se fazer pela rede do que listar todas as possibilidades de ações que podem ser realizadas pela Internet.

Mas nem sempre foi assim. Para chegar ao nível em que nos encontramos hoje, com a disponibilização dos mais variados serviços e conteúdos via Internet, muita evolução foi necessária. Desde os tempos de conteúdo meramente informativo, até a possibilidade de escutar rádio e fazer compras pela rede, muitas tecnologias novas surgiram. E o ritmo de evolução não pára; pelo contrário, parece se acelerar cada vez mais. Hoje já se fala cada vez mais na Web 2.0, a qual nada mais é do que um conjunto de novos recursos e serviços, todos baseados em conexões de banda larga, os quais logo se tornarão indispensáveis em nossas vidas.

Veremos um pouco sobre esta evolução da Internet. Passaremos pelas diversas fases, desde a criação de sites com conteúdo estático, até os aplicativos de n-camadas atuais, baseados em protocolos e tecnologias da Internet.

Era uma Vez uma Internet com Conteúdo Estático – um Pouco de História:

Neste tópico veremos um pouco sobre história e alguns conceitos básicos sobre a Internet. Aprenderemos sobre os diversos elementos envolvidos quando um usuário acessa conteúdo da Internet. Também veremos as limitações e problemas dos sites pioneiros que criavam conteúdo estático.

Um Começo Quase sem Querer:

Poderíamos dizer que a origem da Internet foi casual e despretensiosa. Inicialmente, foi criada uma rede conhecida como ARPANET, a qual era utilizada pelo Departamento de Defesa norte-americano. Também utilizavam a rede alguns fornecedores e pesquisadores ligados ao Departamento de Defesa. Como a ARPANET mostrou-se de grande utilidade, facilitando a troca de informações, esta acabou expandindo-se de uma maneira rápida e com um crescimento muito além do previsto. Neste ponto a idéia de uma rede de computadores para a troca de informações estava lançada.

Mais tarde, foi criada uma rede baseada nas mesmas tecnologias da ARPANET, porém com uma abrangência  maior (tanto geográfica, quanto de objetivos). A idéia era trazer os benefícios demonstrados pela ARPANET, para um número maior de pessoas e empresas. Eis que nascia a Internet. No final da década de 80, a Internet já era bastante conhecida nos meios acadêmicos do mundo inteiro. Nesta época, porém, ainda tínhamos a Internet sem a interface gráfica. Normalmente a troca de informações era feita por ftp, alguns aplicativos baseados em telnet, ou o popular “gopher”, que tornou-se bastante conhecido nos primeiros anos da década de 90. O gopher, basicamente, era um sistema baseado em opções de menus de texto, para divulgação e pesquisa de informações.

Porém até 1991 era proibido o tráfego de qualquer informação comercial pela Internet. Esta proibição era mantida pela “National Science Fundation”, entidade que financiou grande parte do desenvolvimento inicial da Internet nos EUA, até este momento. Com a liberação, as empresas puderam pensar em fazer uso da Internet para fins comerciais. Desde então a rede expandiu-se enormemente, atingindo, hoje, bilhões de pessoas em todo o mundo.

A popularização definitiva da rede veio com a criação de uma interface gráfica, conhecida popularmente como WWW – World Wide Web. Com a criação da linguagem HTML, servidores HTTP, e programas para acessar as páginas HTML armazenadas nos servidores (também conhecidos como Browser ou Navegador), a Internet tornou-se mais popular do que nunca. Este foi o momento do surgimento da WWW – World Wide Web. Talvez a melhor tradução para World Wide Web seja: “Teia de Alcance Mundial”. Esta é a idéia que temos de Internet. Uma rede (teia) que conecta computadores do mundo inteiro (alcance mundial), proporcionando a troca de informações e uma infinidade de serviços e facilidades para as empresas e para o cidadão comum.

Com certeza, os criadores da ARPANET, e depois da Internet não imaginaram uma expansão e popularização tão rápida da rede. Hoje vemos anúncios de sites na televisão, durante o Telejornal e durante a transmissão de partidas de futebol. A maioria dos jornais possui um caderno de informática, quase que totalmente dedicado a assuntos relacionados com a Internet. Vemos reportagens sobre a Internet em todas as revistas, não somente nas revistas especializadas em informática, sendo que estas dedicam quase que a totalidade de suas matérias a assuntos da Internet. Enfim, a Internet faz parte do nosso dia-a-dia. Veio para ficar e facilitar a nossa vida.

Para informações detalhadas sobre a História da Internet, acesse os seguintes endereços:

Agora vamos conhecer um pouco mais sobre a Internet e os diversos elementos que a compõem.

Uma Visão Geral da Internet e de Seus Elementos:

Encontrar uma definição precisa e unânime para a Internet é uma tarefa complexa e absolutamente desnecessária. Vamos ver os principais elementos que a compõem, sem nos preocuparmos com definições formais. Por exemplo, o que é preciso para que o usuário residencial possa acessar a Internet. Onde fica e por onde circula a informação que está sendo acessada.

Antes de continuar com as explicações, considere o diagrama indicado na Figura 13.4:

Curso Completo de Windows 7 - Júlio Battisti

 

Figura 13.4 – Uma visão geral da Internet, com conteúdo estático.

Nesta figura, temos representados os elementos mais comuns da Internet, conforme descrito a seguir:

  • Usuário: Neste caso, representamos um usuário residencial. Normalmente este tipo de usuário faz a conexão através da linha telefônica comum ou através de conexões ADSL de alta velocidade, sendo este o meio mais comum atualmente. Para isso é preciso a utilização de um provedor de acesso. O provedor de acesso é que fornece a conexão com a Internet. O usuário utiliza um programa conhecido como Navegador (Browser), para acessar o conteúdo da Internet. Os três navegadores mais conhecidos atualmente são o Internet Explorer da Microsoft, o Firefox da fundação Mozilla e o Chrome da Google. Quando o usuário acessa um determinado conteúdo, dizemos que ele está acessando um site; também encontramos o uso da palavra “página”, ao invés de site. Por exemplo, quando o usuário acessa o endereço http://www.microsoft.com/brasil, dizemos que ele está acessando a página, ou o site, da Microsoft Brasil. Quando o usuário acessa o endereço http://wwww.microsoft.com/sql, dizemos que o usuário está acessando a página do SQL Server, no site da Microsoft.
  • Internet: Pelo fato de ser formada por um grande número de equipamentos – servidores, hubs, switches, linhas de comunicação, satélites, etc. –, representamos a Internet como uma “nuvem”. Esta é a representação que você encontrará na maioria dos livros.
  • O Servidor Web: Neste caso é o servidor que contém a informação solicitada pelo usuário. Por exemplo, ao digitar http://www.juliobattisti.com.br, no campo endereço do Navegador, o usuário está solicitando que seja carregado o conteúdo da página inicial do meu site Observe que o servidor também está conectado à Internet, isto é, faz parte da Internet. As páginas armazenadas no servidor são desenvolvidas utilizando-se a linguagem HTML – Hypertext Markup Language e uma série de outras linguagens e tecnologias, tais como CSS, PHP, ASP, XHTML, Flash, Ajax, Java, etc. Você pode encontrar muita informação sobre HTML na própria Internet. O órgão responsável pela padronização da linguagem HTML e demais linguagens usadas para a criação de sites é o w3. No site www.w3.org, você pode encontrar um grande volume de informações sobre HTML.

Na Figura 13.4, representamos a primeira geração de conteúdo da Internet. Conforme indicado pela seta maior, a informação, basicamente, trafegava em um único sentido. O usuário solicita um determinado conteúdo e este é entregue e exibido no seu Navegador. Observe que o usuário não tem a possibilidade de enviar informações para o servidor ou de interagir com o site que ele está acessando.

Além disso, nesta primeira fase o conteúdo das páginas é estático. Uma vez criada a página (através da utilização da linguagem HTML), a página não é modificada a não ser que sejam feitas modificações no código HTML da página. Cada vez que o usuário conectar com a página, verá o mesmo conteúdo. A única maneira de alterar o conteúdo é alterando o código HTML da página. Com isso, da próxima vez que o usuário conectar com a página, verá a nova versão da página. Porém esta metodologia de modificação de páginas é trabalhosa e pouco produtiva. Imagine que você esteja publicando um catálogo de produtos, com informações diversas sobre vários produtos, tais como: código do produto, descrição e preço. Uma das maneiras de criar este catálogo é através da utilização do código HTML, para criar uma página, com uma tabela com informações sobre os diversos produtos. Porém cada vez que houver uma modificação em um dos produtos, você terá que editar a página e salvar a nova versão. Convenhamos que é um processo bastante trabalhoso, com o qual é praticamente impossível manter as páginas atualizadas.

Embora trabalhoso, era assim que funcionavam os primeiros sites, no início da era WWW. O conteúdo era estático, ou seja, alterações nas páginas implicavam em alterações, diretamente no código HTML. Imagine o trabalho para a manutenção de grandes sites, com diversas áreas de informações, onde o número de páginas pode facilmente chegar na casa de milhares. Com isso a evolução para a criação de conteúdo mais dinâmico foi um avanço natural e necessário.

Neste momento começa a tornar-se popular o conceito de Intranet. Uma Intranet nada mais é do que o uso das tecnologias e protocolos da Internet, na rede interna da empresa. Por exemplo, cria-se uma rede baseada no protocolo TCP-IP e usa-se servidores HTTP e ftp para disponibilizar informações e serviços para os usuários da rede.

Nota: É importante salientar que o uso do Windows 7, como um servidor Web, é recomendado apenas para pequenas redes com, no máximo, dez usuários. Por exemplo, se você possui uma rede com 10 computadores e deseja disponibilizar informações de uma maneira rápida e fácil de ser consultada, com certeza o uso do Windows 7 e do IIS é uma excelente alternativa. Você disponibiliza o conteúdo no computador com o Windows 7 Professional, onde está instalado o IIS e os usuários da sua rede local podem acessar o respectivo conteúdo, simplesmente utilizando o Navegador. A versão do IIS que vem com o Windows 7 dá suporte a tecnologias de criação de páginas dinâmicas, como por exemplo o ASP ou o ASP.NET. O Windows 7 vem com um limite máximo de 10 conexões simultâneas. Para redes maiores, onde mais do que 10 usuários precisarão acessar o servidor, simultaneamente, você precisará usar uma das versões de servidor do Windows, tais com o Windows 2000 Server, Windows Server 2003, Windows Server 2008 ou o Windows Server 2012 (o qual ainda não havia sido lançado, enquanto eu escrevo este livro).

Para sites que irão atender um número maior de usuários, como por exemplo sites da Internet, é recomendado que você utilize a dobradinha Windows Server 2008/IIS ou Windows Server 2003/IIS. O Windows Server 2008/Windows Server 2003 é projetado para atender um grande volume de acessos. Com o Windows Server 2003 é disponibilizado o IIS 6.0. O IIS 7.0 é a versão disponibilizada com o Windows Server 2008 e com o Windows 7.

Uma Nova Era – Conteúdo Dinâmico na Internet:

Com o crescimento da Internet e a necessidade de constantes alterações no conteúdo das páginas, surge uma segunda geração de sites na Internet, capazes de entregar conteúdo sempre atualizado, além de permitir que o usuário interaja com as páginas Web, enviando informações e não apenas recebendo. Nesta fase surge a possibilidade de ligação das páginas HTML com o conteúdo de Bancos de dados. Observe o diagrama indicado na Figura 13.5:

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Figura 13.5 – Conectando páginas HTML com Bancos de dados.

Pelo diagrama, podemos ver a possibilidade de o usuário enviar informações para a Internet e não apenas receber informações. Isto possibilitou o desenvolvimento de uma série de serviços, simplesmente impossíveis de criar, apenas com a utilização de páginas criadas somente com a linguagem HTML.

Para enviar informações, o usuário preenche os campos de um formulário (o qual é criado com a utilização de HTML) e, ao clicar em um botão Enviar, os dados são enviados para o site da Web. Ao chegar no servidor Web, estes dados precisam ser recebidos por um programa capaz de entender o formato dos dados e armazená-los em um Banco de dados.

Os primeiros programas, capazes de realizar esta tarefa, seguiam a especificação conhecida como CGI – Common Gateway Interface. Muitas aplicações Web foram desenvolvidas, utilizando-se a especificação CGI, sendo que várias ainda continuam sendo utilizadas. A utilização de Scripts desenvolvidos na linguagem Perl é um exemplo de utilização de CGI. O Script recebe os dados enviados pelo formulário, decodifica estes dados e armazena o resultado em um Banco de dados. Embora bastante funcional, a utilização de CGI começou a apresentar alguns problemas de segurança e desempenho, e com isso novas alternativas foram surgindo. Está fora do escopo deste livro discutir os detalhes da utilização de CGI e seus problemas.

Dentre as várias alternativas que surgiram para a geração de conteúdo dinâmico, podemos citar a tecnologia de Active Server Pages, a qual faz parte do servidor Web IIS (Internet Information Services). Podemos criar uma página ASP, capaz de receber os dados enviados por um formulário e armazenar estes dados em um Banco de dados, como por exemplo o Microsoft Access ou o Microsoft SQL Server. Uma linguagem ainda mais eficiente e com mais recursos é o ASP.NET, o qual foi lançado como parte do Framework .NET da Microsoft. O IIS 7.0 tem suporte tanto a páginas ASP quanto ASP.NET.

Nota: Como uma evolução das tecnologias e métodos de desenvolvimento da Microsoft surgiu a iniciativa conhecida como .NET (http://msdn.microsoft.com/net). Com a iniciativa .NET toda a estrutura de desenvolvimento de aplicativos foi remodelada: Uma nova ferramenta de desenvolvimento – O Visual Studio .NET, uma nova linguagem – o C# (leia-se Csharp) e uma nova tecnologia de criação de páginas dinâmicas – o ASP.NET.

Com a conexão de páginas com Bancos de dados, uma série de possibilidades foram abertas, como por exemplo:

  • Criação de páginas para pesquisas em Banco de dados.
  • Cadastro de usuários que acessam o site, bem como a entrega de conteúdo personalizado, de acordo com as preferências do usuário. Por exemplo, ao entrar no site, o usuário informa um nome de usuário e senha, com os quais ele foi previamente cadastrado. Com isso é aberta uma página com opções e conteúdo personalizados, de acordo com preferências especificadas pelo usuário.
  • Desenvolvimento de aplicações residentes em servidores Web e acessíveis através do Navegador. Devemos observar que estas aplicações ainda eram limitadas e não possuíam todas as funcionalidades das aplicações convencionais, desenvolvidas para o ambiente Windows. Com a iniciativa .NET, a Microsoft tornou o desenvolvimento Web muito próximo do desenvolvimento tradicional de aplicações para o Windows, tanto em termos dos aspectos da interface quanto em termos das funcionalidades.

Apesar de algumas limitações ainda existentes, um novo panorama desenhava-se na Internet, com a possibilidade da criação de sites mais dinâmicos, através da conexão com Bancos de dados. Apenas para exemplificar o funcionamento de uma pesquisa em Banco de dados, através da Internet, observe o exemplo indicado na Figura 13.6 (início da próxima página):

Vamos analisar os passos executados, desde o momento em que o usuário preenche o critério de pesquisa, até o momento em que o resultado da consulta é retornado:

  • O usuário acessa a página onde temos um formulário para a digitação de um ou mais critérios de pesquisa. Por exemplo, pode ser uma consulta a uma base dos CEPs de todo o Brasil. O usuário poderia digitar o nome da Cidade, selecionar um Estado e digitar o nome ou parte do nome da Rua, conforme exemplo indicado pela Figura 13.7:

 

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Figura 13.6 – Pesquisa em um Banco de dados, através da Internet.

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Figura 13.7 – Digitando os critérios de pesquisa em um formulário criado com HTML.

  • Após preencher o(s) critério(s) de pesquisa, o usuário clica em um botão Enviar ou Pesquisar. Os dados digitados no formulário são enviados para o servidor.
  • Um Script CGI, ou uma página ASP (ou ASP.NET, ou PHP ou qualquer das linguagens de programação Web disponíveis), no servidor, recebe os dados enviados pelo usuário. Com estes dados, é montado um comando (normalmente uma String SQL – Structured Query Language), o qual vai efetuar a consulta no banco de dados. Após montado o comando, este é enviado para o Servidor de Banco de dados (o qual pode ser uma máquina separada, ou pode estar instalado no próprio servidor Web).
  • O Servidor de Banco de dados recebe o comando de pesquisa, localiza um ou mais registros que atendam o(s) critério(s) de pesquisa e retorna o resultado para o Script CGI, ou para a Página ASP (ou ASP.NET).
  • Com o resultado retornado pelo Servidor de Banco de dados, o Script CGI, ou a Página ASP (ou ASP.NET), monta uma página HTML, normalmente no formato de uma tabela, e envia esta página HTML de volta para o Navegador do cliente, conforme indicado na Figura 13.8. Caso não seja encontrado nenhum registro que atenda o(s) critério(s) especificado(s), é retornada uma página com uma mensagem de que não foi encontrado nenhum registro.

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Figura 13.8 –Resultados obtidos a partir de um Banco de dados do CEP.

Veja que, ao mesmo tempo em que aumentaram as possibilidades de desenvolvimento, também aumentaram as complexidades a serem gerenciadas, tanto na criação de páginas, quanto no gerenciamento dos sites e aplicações Web. Observe que ainda nem falamos de questões tais como segurança, proteção do Banco de dados contra acessos não autorizados, ou até mesmo ataques de crackers tentando roubar informação ou corromper a informação do Banco de dados.

Além das novas complexidades, novas questões ainda precisavam (sendo que algumas ainda hoje não estão completamente solucionadas) ser resolvidas. Por exemplo, para vender pela Internet, as questões de segurança precisavam ser bem resolvidas. Quem arriscaria a colocar o número do cartão de crédito em um site de comércio eletrônico, sem a garantia de que o site é seguro. Além disso, existe a necessidade de troca de informações entre as diversas empresas, via Web.

Por exemplo, quando você vai fazer uma compra pela Internet, você digita o número do seu cartão de crédito. Antes de finalizar o pedido, a empresa que está vendendo precisa verificar, junto à operadora do cartão, se o número fornecido é válido, se não é um cartão vencido, se não é um cartão que foi roubado, etc. Todas estas informações precisam ser verificadas rapidamente, em tempo real. O usuário não está a fim de aguardar muito tempo em frente ao computador (na verdade a paciência de espera do usuário está limitada a alguns poucos segundos).

Note que um número grande de fatores começam a surgir, principalmente com o início da era do comércio eletrônico. Para resolver tantos problemas, a simples conexão de páginas com Bancos de dados, embora necessária, não era mais suficiente.

No próximo item veremos um pouco mais sobre esta nova geração de sites Web, os quais fazem uso de  diversas tecnologias. Sendo que a cada dia novidades estão surgindo.


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