[A BÍBLIA DO VBA NO ACCESS]: MACROS E PROGRAMAÇÃO VBA NO ACCESS - CURSO COMPLETO

Páginas: 1164 | Autor: Júlio Battisti | 50% de Desconto e 21 Super Bônus

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[E-book]: E-book: Cabeamento Estruturado: Da Teoria à Prática - 3ª Edição - 329 páginas
E-book completo, com Referências
Páginas: 329
Ano: 2016
Preço: R$ 35,00
Autor(es): Ademar Fey
Editora: Júlio Battisti - Livros e Cursos LTDA
Formato: E-book
 
 

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Visão Geral do E-book:

E-book: Cabeamento Estruturado: Da Teoria à Prática - 3ª Edição - 329 páginas


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O cabeamento estruturado surgiu da necessidade de padronizar e organizar as instalações das redes de computadores locais emergentes no final dos anos 1980.

De lá para cá, cada vez mais a infraestrutura física dos sistemas de telecomunicações foi se tornando importante componente empresarial. Nenhuma organização sobrevive, no mundo digital competitivo da atualidade, se a rede local sofrer panes constantes por falha no cabeamento físico. O cabeamento estruturado pode ser considerado o suporte tecnológico da empresa conectada da era Internet.

O conhecimento teórico do sistema de cabeamento, dos meios físicos e das normas utilizadas no cabeamento estruturado deve se reverter em aspectos práticos da instalação, testes de certificação, manutenção e gerenciamento dessa estrutura física.

Este livro pretende dar uma visão geral do cabeamento estruturado. Ele foi concebido para auxiliar iniciantes e profissionais da área de cabeamento, além do pessoal de Tecnologia de Informação em geral, sem entrar em detalhes técnicos que dizem respeito aos engenheiros de telecomunicações. Para transpor da teoria para a prática, o livro exemplifica com um projeto prático os ensinamentos teóricos abordados.

Na 3ª edição o livro sofreu uma revisão completa, introdução de 2 novos capítulos, adequação do projeto prático para as normas da ISO/ABNT e inserção de exercícios nos capítulos teóricos.

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Conteúdo do E-book:

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO AO CABEAMENTO ESTRUTURADO   24

INTRODUÇÃO   24

1 CONCEITOS DE CABEAMENTO ESTRUTURADO   24

1.1 HISTÓRICO DO CABEAMENTO ESTRUTURADO   25

1.2 DESENVOLVIMENTO DE NOVAS TECNOLOGIAS DE INTERCONEXÃO   27

1.3 DATAS E FATOS   30

1.4 AS ORGANIZAÇÕES DE PADRONIZAÇÃO EM CABEAMENTO   32

1.5 NORMAS DE CABEAMENTO ESTRUTURADO NO BRASIL  34

1.6 EXERCÍCIOS   36

CONCLUSÃO DO CAPITULO   37

CAPÍTULO 2 INTRODUÇÃO ÀS REDES LOCAIS DE COMPUTADORES   38

INTRODUÇÃO   38

2.1 EVOLUÇÃO DAS REDES DE COMPUTADORES   38

2.2 TIPOS DE REDES DE COMPUTADORES   40

2.3 MODOS DE OPERAÇÃO   44

2.4 INTRODUÇÃO ÀS REDES LOCAIS DE COMPUTADORES   45

2.4.1 Tipos de Redes Locais  45

2.4.1.1 Ethernet 45

2.4.1.2 Token Ring (Rede em Anel) 45

2.4.2 Componentes de uma rede Local (Local Area network – LAN) 46

2.4.2.1 Protocolos de comunicação  46

2.4.3 Rede local padrão Ethernet 47

2.4.3.1 Princípio de funcionamento de uma rede padrão Ethernet 47

2.4.3.2 Colisões  50

2.4.3.3 Padrão 10Basex (Ethernet) 50

2.4.3.4 Padrão 100Basex (Fast Ethernet) 50

2.4.3.5 Padrão 1000Basex (Giga Ethernet) 51

2.4.3.6 Novos padrões Ethernet 51

2.4.3.7. Mídia para o padrão Ethernet 51

2.4.3.8 Topologias para redes Ethernet 53

2.5 PRODUTOS ETHERNET  56

2.5.1 Transceptores  56

2.5.2 Cartões de Interface de rede  57

2.5.3 Repetidores  57

2.5.4 Hubs  57

2.5.5 Pontes  58

2.5.6 Switches  58

2.5.7 Roteadores  59

2.6 CRITÉRIOS DE PROJETO DE REDE   59

2.7 PERDA DE PERFORMANCE NUMA REDE LAN   62

2.8 MELHORANDO A PERFORMANCE DE REDES ETHERNET  62

2.8.1 Pontes (Bridges) 63

2.8.2 Switch Ethernet 64

2.8.3 Roteadores  66

2.9 FRAME PADRÃO ETHERNET  66

2.9.1 Descrição dos campos do frame Ethernet 68

2.10 INTERCONEXÃO DE REDES   70

2.10.1 Básico de Interconexão de Redes  70

2.10.1.1 LANs (Redes de Área Locais) 70

2.10.1.2 WANs (Redes de Longa Distância) 70

2.10.1.3 Internet 71

2.10.1.4 Intranet 71

2.11 EXERCÍCIOS   71

CONCLUSÃO DO CAPITULO   72

CAPÍTULO 3 MEIOS FÍSICOS EM CABEAMENTO ESTRUTURADO   73

INTRODUÇÃO   73

3.1 IMPORTÂNCIA DO CABEAMENTO ESTRUTURADO   73

3.2 CABEAMENTO E A NECESSIDADE PELA VELOCIDADE MAIOR   73

3.2.1 Porque da necessidade do Cabeamento e velocidades maiores?  74

3.2.2 Taxa de transferência da LAN versus Frequência de operação do Meio Físico  74

3.3 MEIO FÍSICO   75

3.4 FATORES DE TRANSMISSÃO   75

3.5 CLASSES DE MEIOS DE TRANSMISSÃO   76

3.5.1 Meios Não Guiados (Sem Fios) 76

3.5.1.1 Exemplos de Meios Não Guiados (Sem Fios) 76

3.5.2 Meios de Transmissão Guiados  76

3.5.2.1 Tipos de Meios de Transmissão Guiados  77

3.5.2.2 Características dos condutores Elétricos de Cobre  77

3.5.2.3 Cabo de Pares com Fios de Cobre  78

3.6 MEIOS FÍSICOS GUIADOS USADOS EM CABEAMENTO ESTRUTURADO   78

3.6.1 Cabo coaxial 79

3.6.2 Par Trançado (Twisted Pair) 79

3.6.2.1 Tipos de Cabos de Par Trançado  80

3.6.2.2 Características do cabo UTP   81

3.6.2.3 Terminação do cabo UTP   81

3.6.2.4 Categorização do cabo UTP   83

3.6.2.5 Categoria 6 versus Categoria 6a ou superior 84

3.6.2.6 Tipos de Cabos UTP Especiais  89

3.6.3 Fibra Óptica  89

3.6.3.1 Camadas na Fibra Óptica  90

3.6.3.2 Fibra Óptica e seus componentes  91

3.6.3.3 Princípio de Funcionamento  91

3.6.3.4 Diâmetro Interno e Externo das fibras  92

3.6.3.5 Cabos de Fibra Óptica  93

3.6.3.6 Vantagens da fibra óptica  93

3.6.3.7 Desvantagens da fibra óptica  93

3.6.3.8 Tipos de Fibra Óptica  94

3.6.3.9 Sinais em Fibra Óptica  95

3.6.3.10 Conectores para fibra  95

3.6.3.11 Uso dos conectores  99

3.6.3.12 Categorização da Fibra Óptica (padrão OM1 a OM4 e OS1/OS2) 100

3.6.3.13 Equipamento para emenda da fibra  101

3.6.3.14 Rede MAN usando links de fibra  102

3.7 DETALHES DE PROJETO COM O CABEAMENTO COM CABO UTP   103

3.8 BÁSICO DE COMUNICAÇÃO DE DADOS   104

3.8.1 Outras características da comunicação de dados: 105

3.9 FATORES REDUTORES DA TAXA DE TRANSMISSÃO   105

3.9.1 Atenuação  106

3.9.1.1 O que são os decibéis (dBs) 106

3.9.1.2 Cálculo de decibéis  107

3.9.2 Ruído  108

3.10 EXERCÍCIOS   108

CONCLUSÃO DO CAPITULO   109

CAPÍTULO 4 NORMAS EM CABEAMENTO ESTRUTURADO   110

INTRODUÇÃO   110

4.1 HISTÓRICO   110

4.2 MOTIVAÇÕES PARA A PADRONIZAÇÃO   112

4.3 O QUE É UM PADRÃO?  112

4.4 DEFINIÇÕES DO CABEAMENTO ESTRUTURADO   112

4.5 NOMENCLATURA USADA NO SISTEMA DE CABEAMENTO ESTRUTURADO   113

4.6 VANTAGENS CABEAMENTO ESTRUTURADO   115

4.7 OBJETIVOS DOS PADRÕES EM CABEAMENTO ESTRUTURADO   115

4.8 ORGANIZAÇÕES DE PADRONIZAÇÃO   115

4.9 AS NORMAS TÉCNICAS DO BRASIL  116

4.10 NORMAS APLICÁVEIS PARA CABEAMENTO ESTRUTURADO   116

4.11 AS PRINCIPAIS NORMAS SÃO EDITADAS PELA EIA/TIA   117

4.12 HISTÓRICO DAS NORMAS   117

4.13 PRINCIPAIS NORMAS EM CABEAMENTO ESTRUTURADO   118

4.13.1 Norma EIA/TIA-568   118

4.13.1.1 Facilidade de entrada (Entrance facility) 120

4.13.1.2 Conexão cruzada principal (Main cross-connect) 120

4.13.1.3 Distribuição do backbone (Backbone distribution) 122

4.13.1.3.1 Patch cords ou jumpers para conexões backbone – backbone  122

4.13.1.3.2 Topologia  122

4.13.1.3.3 Mídia reconhecida do backbone de distribuição  123

4.13.1.3.4 Critério de seleção de mídia   123

4.13.1.4 Conexão cruzada horizontal (Horizontal cross-connect)  123

4.13.1.4.1 Funções da sala de telecomunicações  124

4.13.1.4.2 Diretrizes gerais de projeto   125

4.13.1.4.3 Mídia reconhecida de distribuição horizontal 125

4.13.1.5. Área de trabalho (Work Area) 126

4.13.1.5.1 Componentes da área de trabalho   126

4.13.1.5.2 Tomada de telecomunicações (Telecommunications outlet)  126

4.13.1.5.3 Cordões de manobra na área de trabalho   126

4.13.1.5.4 Adaptações especiais na área de trabalho   127

4.13.1.5.5 Adaptadores passivos na área de trabalho  127

4.13.1.6 ANSI/TIA/EIA – 568B   127

4.13.1.6.1 Objetivos da ANSI/TIA/EIA – 568B   127

4.13.1.6.2 EIA/TIA 568-B.1   128

4.13.1.6.3 EIA/TIA 568-B.2   128

4.13.1.6.4 EIA/TIA 568-B.3   128

4.13.1.6.5 EIA/TIA 568-C   129

4.13.2 Norma ANSI/EIA/TIA 569-A   129

4.13.2.1 Pontos definidos pela norma: 130

4.13.2.1.1 Facilidade de Entrada  131

4.13.2.1.2 Sala de Equipamentos  131

4.13.2.1.3 Sala de telecomunicações  131

4.13.2.1.4 Cabeamento Vertical 132

4.13.2.1.5 Cabeamento horizontal 132

4.13.2.1.6 Área de Trabalho  132

4.13.3 Norma EIA 310-D   133

4.13.3.1 Equipamentos  134

4.13.4 Norma ANSI/EIA/TIA 606A   137

4.13.4.1 O conceito da Administração em Cabeamento Estruturado  137

4.13.4.2 Vantagens  138

4.13.4.3 Sistemas integrados  139

4.13.4.4 Classes de Administração  139

4.13.4.5 Identificador 140

4.13.4.6 Etiqueta  141

4.13.4.7 Registro  142

4.13.4.8 Relatórios  142

4.13.4.9 Ordens de serviço  143

4.13.4.10 Relatórios de registro de canal 143

4.13.4.11 Desenhos  143

4.13.4.12 Administração de dutos e espaços  144

4.13.4.13 Etiquetas e codificação por cores  144

4.13.4.14 Codificação por cores  144

4.13.4.15 Diferenciação dos campos de terminação por categoria e desempenho  144

4.13.5 Norma ANSI-J-STD-607-A   145

4.13.5.1 Ambientes que compõe o sistema de aterramento  146

4.13.5.2 Componentes de um sistema de aterramento e proteção  146

4.13.5.3 Considerações aplicadas aos componentes de aterramento e proteção  146

4.13.5.4 Etiquetagem   147

4.13.5.5 Barra principal de Aterramento para Telecomunicações – TMGB   147

4.13.5.6 Características físicas da TMGB   148

4.13.5.7 Backbone de Aterramento para Telecomunicações – TBB   148

4.13.5.8 Barramento de Aterramento para Telecomunicações – TGB   149

4.13.6 Norma EIA/TIA-570-A   149

4.13.6.1 Histórico da norma 570  150

4.13.6.2 Cabos reconhecidos para uso pela norma 570  152

4.13.6.3 Layout de Instalação baseado na Norma 570  152

4.13.7 Norma ISO/IEC 11801  155

4.13.7.1 Categorias de cabos usados pela ISO 11801  156

4.13.7.2 Esquema genérico da norma ISO/IEC   156

4.13.7.3 Escolha dos cabos  157

4.13.7.4 Restrições gerais da ISO 11801 no cabeamento horizontal 157

4.13.7.5 Tomadas  157

4.13.7.6 ISO/IEC 11801 edição 2.2  158

4.13.8 Norma ABNT/NBR 14565  158

4.13.8.1 Subsistemas adotados na ABNT NBR 14565:2007  159

4.13.8.2 Identificação  160

4.13.8.3 Estruturas de passagem   161

4.13.8.4 Sala de Telecomunicações  161

4.13.8.5 Diagrama de ocupação de uma Sala de Telecomunicações  162

4.13.8.6 Comprimentos máximos das mídias utilizadas  162

4.13.8.7 Tomada tripolar 163

4.13.8.8 Tipos de ligações cruzadas permitidas  164

4.13.8.9 Subsistemas da NBR 14565:2007  165

4.13.8.10 NBR-14565:2012 – Novidades  166

4.13.8.11 Diagrama completo dos subsistemas segundo a NBR-14565:2012  167

4.13.8.12 NBR-14565:2013  168

4.13.9 Norma ABNT/NBR 5410  168

4.13.9.1 Norma 5410 Atualização  168

4.13.10 Norma EIA/TIA 862-A   168

4.13.11 Norma ANSI/TIA 942  169

4.13.11.1 Infraestrutura de cabeamento  169

4.13.11.2 Componentes utilizados pela TIA-942  170

4.13.11.3 Revisão ANSI/TIA-942-A   171

4.13.12 Norma IEC 617-10  172

4.13.13 Norma TIA/EIA 587  173

4.13.14 Norma ANSI/TIA/EIA TSB 67  173

4.13.15 Norma ABNT/NBR 16264  173

4.13.16 Norma ABNT/NBR 16415  173

4.13.17 Algumas das Outras Normas em Cabeamento Estruturado  173

4.14 EXERCÍCIOS   174

CONCLUSÃO DO CAPITULO   174

CAPÍTULO 5 CERTIFICAÇÃO EM CABEAMENTO ESTRUTURADO   175

INTRODUÇÃO   175

5.1 IMPORTÂNCIA DO CABEAMENTO ESTRUTURADO   175

5.2 IMPORTÂNCIA DA CERTIFICAÇÃO   176

5.3 SISTEMA DE CABEAMENTO ESTRUTURADO   177

5.4 NORMAS E PADRÕES PARA A CERTIFICAÇÃO   177

5.5 DEFINIÇÃO DE CERTIFICAÇÃO   178

5.6 VANTAGENS DA CERTIFICAÇÃO   178

5.7 TIPOS DE MÍDIA DE COMUNICAÇÃO   178

5.8 PROBLEMAS NA TRANSMISSÃO DO SINAL  178

5.9 TERMOS UTILIZADOS EM TESTES DE SINAL NO CABEAMENTO   179

5.10 TIPOS DE TESTES EM CABEAMENTO ESTRUTURADO   179

5.11 CERTIFICAÇÃO EM CABOS UTP   181

5.11.1 Equipamentos para a certificação em cabo UTP   181

5.11.2 Parâmetros de teste de certificação em cabos UTP   184

5.11.3 Nomenclatura dos testes em cabos UTP   184

5.11.4 Relatório da certificação  186

5.11.5 Testes em cabos UTP   187

5.11.5.1 Comprimento  187

5.11.5.2 Wire Map (Mapeamento dos fios) 187

5.11.5.2.1 Conectorização cabos UTP padrão 568A e 568B   188

5.11.5.3 Impedância  189

5.11.5.4 Atenuação  190

5.11.5.5 Crosstalk  191

5.11.5.5.1 NEXT: Near End Cross Talk. 193

5.11.5.5.2 FEXT: Far End Cross Talk. 194

5.11.5.5.3 PSNEXT + PSELFEXT + PSACR   195

5.11.5.5.4 ELFEXT e PSELFEXT  195

5.11.5.6 ACR (Attenuation Crosstalk Ratio) 196

5.11.5.7 Propagation Delay  196

5.11.5.8 Delay Skew   197

5.11.5.9 Propagation Delay e Delay Skew   197

5.11.5.10 Perda de retorno (Return Loss) 198

5.11.6 Resultados da certificação num teste de canal 199

5.12 CERTIFICAÇÃO EM CABOS ÓPTICOS   200

5.12.1 Equipamentos usados na certificação em cabeamento óptico  201

5.12.1.1 Power Meter 201

5.12.1.2 OLTS (Optical Loss Test Set) - Test Set Óptico  202

5.12.1.3 OTDR (Refletômetro Ótico no Domínio do Tempo) 203

5.12.2 Inspeção manual dos conectores da Fibra  204

5.12.3 Testes em Cabo Óptico  204

5.12.3.1 Comprimento da fibra  205

5.12.3.2 Teste de continuidade  205

5.12.3.3 Atenuação  205

5.12.3.4 Perda de potência (Power Loss) 206

5.13 PROBLEMAS COM OS PARÂMETROS DE CERTIFICAÇÃO DO CABO UTP   207

5.14 O CORRETO E O INCORRETO NA INSTALAÇÃO DE CABO UTP   208

5.14.1 Exemplos de instalações ruins (e certificação negativa) 209

5.15 EXERCÍCIOS   209

CONCLUSÃO DO CAPITULO   210

CAPÍTULO 6 ATERRAMENTO EM CABEAMENTO ESTRUTURADO   211

INTRODUÇÃO   211

6.1 OBJETIVO DA NORMA ANSI/EIA/TIA 607  211

6.2 HISTÓRICO DA NORMA ANSI/EIA/TIA 607  213

6.3 CONCEITOS BÁSICOS DE ATERRAMENTO   214

6.3.1 Cuidados na execução de um sistema de aterramento  216

6.3.2 Material básico necessário para o sistema de aterramento  217

6.4 SISTEMA DE ATERRAMENTO SEGUNDO A NORMA ANSI/EIA/TIA 607  217

6.4.1 Terminologia  217

6.4.2 Definições e elementos do sistema de aterramento e interligação a terra  218

6.5 CONCEITUAÇÃO E INSTALAÇÃO DOS ELEMENTOS DO ATERRAMENTO   221

6.5.1 Condutor de Interligação de Aterramento de telecomunicações  221

6.5.2 Condutor de Interligação do backbone de aterramento de telecomunicações  221

6.5.3 Barramento do aterramento principal de telecomunicações  223

6.5.4 Barramento do aterramento de telecomunicações  224

6.5.5 Interligação à estrutura de metal de um edifício  225

6.6 ATERRAMENTO NA SALA DE TELECOMUNICAÇÕES   225

6.7 EXERCÍCIOS   228

CONCLUSÃO DO CAPITULO   229

CAPÍTULO 7 CABEAMENTO ESTRUTURADO E O WI-FI 230

INTRODUÇÃO   230

7.1 INTRODUÇÃO AO WI-FI 230

7.2 ONDAS ELETROMAGNÉTICAS   230

7.3 MODULAÇÂO   232

7.3.1 Conceitos básicos da modulação  232

7.3.2 O porquê da Modulação  233

7.3.3 Modulação e Modem   233

7.4 OS TIPOS DE MODULAÇÃO   234

7.4.1 Modulação Analógica  234

7.4.2 Modulação Digital 236

7.5 MODEM ANALÓGICO X MODEM DIGITAL  236

7.6 AS MODERNAS TÉCNICAS DE MODULAÇÃO USADAS EM REDES WI-FI 237

7.7 EXPLICANDO AS TECNOLOGIAS DE REDES SEM FIO   238

7.7.1 Introdução às redes Wi-Fi 239

7.8 TIPOS DE REDES WI-FI 241

7.8.1 WPANs  241

7.8.2 WLANs  241

7.8.3 WMANs  241

7.8.4 WWANs  242

7.9 PADRÕES DA ARQUITETURA IEEE 802.11  242

7.9.1 Redes Wi-Fi Ad-hoc  244

7.9.2 Redes Wi-Fi Infraestruturada  244

7.10 PADRÕES DE REDES WI-FI 245

7.10.1 Padrão 802.11b  246

7.10.2 Padrão 802.11g  247

7.10.3 Padrão 802.11n   247

7.10.4 Padrão 802.11 ac  248

7.11 O WI-FI E O CABEAMENTO ESTRUTURADO   249

7.11.1 As implicações da velocidade do Wi-Fi no cabeamento estruturado  249

7.12 Observações finais  251

7.13 EXERCÍCIOS   251

CONCLUSÃO DO CAPITULO   252

CAPÍTULO 8 NORMAS ABNT DE CABEAMENTO ESTRUTURADO   253

INTRODUÇÃO   253

8.1 ABNT NBR 14565:2013  253

8.1.1 Norma ABNT NBR 14565:2013 em Edifícios Comerciais  254

8.1.1.1 Subsistemas do Cabeamento Estruturado para Edifícios Comerciais  254

8.1.1.2 Elementos Funcionais do Cabeamento Estruturado para Edifícios Comerciais  255

8.1.1.3 Hierarquia do Cabeamento Estruturado em Edifício Comercial 256

8.1.1.4 Cabeamentos Utilizados nos Subsistemas de Cabeamento Estruturado em Edifício Comercial 258

8.1.1.5 Espaços Utilizados nos Subsistemas de Cabeamento Estruturado no Edifício Comercial 258

8.1.1.6 Categorias de Desempenho dos Cabos de Par Trançado  259

8.1.1.7 Parâmetros de Desempenho para Cabeamento Balanceado  260

8.1.1.8 Categorias de Desempenho dos Cabos de Par Trançado  261

8.1.1.9 Interfaces e Configurações no Edifício Comercial 262

8.1.2 Cabeamento estruturado para data centers  264

8.1.2.1 Subsistemas do Cabeamento Estruturado para Data Centers  264

8.1.2.2 Elementos funcionais do Cabeamento estruturado para data centers  264

8.1.2.3 Hierarquia do Cabeamento Estruturado em Data Center 266

8.1.2.4 Cabeamentos Utilizados nos Subsistemas de Cabeamento Estruturado em Data Center 267

8.1.2.5 Espaços Utilizados nos Subsistemas de cabeamento Estruturado em data centers  268

8.1.2.6 Interfaces e Configurações no Cabeamento Estruturado em Data Centers  270

8.1.3 Informações Gerais Sobre a Norma ABNT NBR 14565  272

8.2 ABNT NBR 16415:2015 Caminhos e Espaços para Cabeamento Estruturado  272

8.2.1 Elementos de Caminhos e Espaços para o Cabeamento Estruturado  273

8.2.1.1 Espaços Utilizados no Cabeamento Estruturado  273

8.2.1.2 Caminhos Utilizados no Cabeamento Estruturado  275

8.2.2 Informações Gerais Sobre a Norma ABNT NBR 16415  276

8.3 ABNT NBR 16264-2014 Cabeamento Estruturado Residencial 277

8.3.1 Subsistemas do Cabeamento Estruturado Residencial (ICT/BCT) 279

8.3.2 Elementos Funcionais do Cabeamento Estruturado Residencial 279

8.3.3 Estrutura do Cabeamento Estruturado Residencial 280

8.3.4 Subsistemas de Cabeamento para CCCB   283

8.3.5 Informações Gerais Sobre a Norma ABNT NBR 16264-2015  284

8.4 EXERCÍCIOS   284

CONCLUSÃO DO CAPITULO   285

CAPÍTULO 9 PROJETO DE CABEAMENTO ESTRUTURADO   286

INTRODUÇÃO   286

9.1 FASES DE UM PROJETO   286

9.2 CONHECIMENTO DAS NECESSIDADES E EXIGÊNCIAS DO CLIENTE   286

9.2.1 Informações sobre o projeto  286

9.2.2 Plantas baixas dos ambientes  288

9.3 ELABORAÇÃO DO PROJETO   290

9.3.1 Descritivo do projeto  291

9.4 EXECUÇÃO DO PROJETO   295

9.4.1 Detalhes do caminho do cabeamento  295

9.4.2 Eletrocalhas  295

9.4.3 Detalhes de materiais usados no caminho do cabeamento horizontal 297

9.4.4 Exemplo de utilização e fixação de eletrocalhas  298

9.4.5 Distribuição das TOs  299

9.4.6 Caminho do cabeamento primário (backbone) 302

9.4.7 Topologia da rede do usuário  303

9.4.8 Distribuição das portas dos switches em VLANs  303

9.4.9 Endereçamento IP   304

9.4.10 Aterramento  304

9.4.11 Ocupação dos racks BD (MDF) e FDs (IDFs) 305

9.4.12 Especificações dos materiais e equipamentos usados  306

9.4.12.1 Rack  306

9.4.12.2 Patch panel 306

9.4.12.3 Patch cords  307

9.4.12.4 Tomada de telecomunicações Cat 6  308

9.4.12.5 Bloco 110  308

9.4.12.6 Cabos UTP   308

9.4.12.7 Eletrocalha perfurada 100x50 mm   309

9.4.12.8 Canaletas plásticas  309

9.4.12.9 Switches e roteador 309

9.4.12.10 Tabela de custos  310

9.5 CERTIFICAÇÃO DO CABEAMENTO   311

9.6       CONCLUSÃO DO CAPITULO   314

CONCLUSÃO DO LIVRO   315

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS   316

OBRAS CONSULTADAS   321

APÊNDICE A – CADASTRO NO BLOG INFRAESTRUTURA DE REDES   323

APÊNDICE B – INDICAÇÕES DE CURSOS ON-LINE/E-BOOKS POR ASSUNTO   324

APÊNDICE C – CURSOS ON-LINE DOS AUTORES   327

APÊNDICE D – OUTROS E-BOOKS/LIVROS DOS AUTORES   328

APÊNDICE E – VIDEOAULAS DOS AUTORES   329

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