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Linux Básico – Parte XI

 

6.1.2.1 – Usando a forma literal

 

Antes de mais nada vamos criar um outro usuário chamado “maria” para testarmos as permissões.

 

A. Se logue como root

B. Crie um usuário chamado maria

C. Se logue como curso

D. Copie o arquivo meutexto para o diretório /tmp

E. Vá para o diretório /tmp

F. Digite “ls –l”.

 

Vamos agora mudar as permissões para o arquivo “meutexto” de forma que os outros usuários não tenham qualquer permissão sobre ele.

 

Observe que no momento os demais usuários tem permissão de leitura sobre o mesmo, indicado pelo “r” na posição do oitavo caractere.

 

Vamos agora retirar a permissão de leitura para os demais usuários.

 

E. Digite:

 

 

Observe que o sinal “-“ retira a permissão em questão. O “o” do comando diz respeito a outros, vide tabela.

 

Figura 45 – Permissões alteradas – arquivo meutexto.

 

F. Entre como usuário maria e tente listar o arquivo meutexto.

 

Figura 46 – Testando as permissões

 

» Observe a mensagem de permissão negada, indicando que as mudanças surtiram efeito.

 

Vamos agora voltar as permissões de leitura da forma que estavam antes.

 

F. Digite:

 

 

Observe que o sinal “+“ coloca a permissão em questão.

 

Figura 47 – Voltando as permissões – arquivo meutexto

 

H. Entre novamente como usuário maria e tente listar o arquivo meutexto

 

Figura 48 – Listando arquivo meutexto

 

I. Tente agora editar e salvar alterações no arquivo meutexto usando o vi.

 

Figura 49 – Editando arquivo meutexto

 

O arquivo está protegido contra escrita. As permissões setadas para outros usuários (no caso em questão, maria), e somente para leitura e nada mais.

 

Vamos agora dar permissão de escrita no arquivo meutexto para os demais usuários.

 

J. Digite:

 

 

K. Repita o Passo “I” e observe a diferença.

 

» Para alterarmos permissões para o usuário atual, bastaria usar o “u” ao invés do “o” no comando em questão.

 

6.1.2.2- Usando a forma numérica

 

Vamos repetir o exemplo anterior usando a forma numérica. Antes volte a permissão do arquivo meutexto ao estado original conforme mostrado na figura 47.

 

Vamos retirar a permissão de leitura para os demais usuários.

 

A. Digite:

 

 

Observe que diferentemente da forma literal, na forma numérica temos que especificar no comando as permissões existentes e a que desejamos alterar.

 

O primeiro 6 se refere as três primeiras posições e é a soma das permissões de “r” e “w” , ou seja, 4 + 2 = 6 (Vide tabela de códigos). O segundo 6 se refere as três posições seguintes e o mesmo se aplica. O zero se refere as três últimas posições e significa ausência de permissão para leitira (r), escrita (w) e execução (x).

 

Assim temos o resultado mostrado na figura 45.

 

Para voltar as permissões ao estado original fazemos:

 

B. Digite

 

 

Se quisessemos setar permissões de leitura e execução para os demais usuários, faríamos:

 

C. Digite:

 

 

6.1.3 – Permissões padrão para arquivos e diretórios

 

Quando um novo arquivo ou diretório é criado, permissões padrão são aplicadas a fim de que haja alguma proteção, afinal arquivos sem proteção não existem no linux.

 

Essas permissões são reguladas por uma mascara que dita como as permissões padrão são aplicadas para arquivos e diretórios. Podemos ver essa mascara usando o comando umask.

 

Sintaxe : umask [argumento]

 

Ao invés de usarmos o chmod toda vez que desejamos ajustar as permissões para novos arquivos e diretórios, usamos o comando umask para modificar as permissões padrão para esses mesmos novos arquivos e diretórios.

 

A. Digite:

 

 

Observe que é mostrado o número 0002. O que isso significa?

 

Estamos interessados somente nos três últimos dígitos que dizem respeito as permissões. No linux as permissões para novos diretórios é 777(rwxrwxrwx) e para novos arquivos 666(rw-rw-rw-). Essas permissões são subtraídas do número mostrado pelo comando umask para formar as permissões padrão para arquivos e diretórios. Assim teríamos para novos diretórios 775(rwxrwxr-x) e para novos arquivos 664(rw-rw-r--).

 

Vamos ao teste:

 

B. Vá para /tmp e crie um novo subdir chamado teste1

C. Digite “ls-l” e observe as permissões para o novo dir

D. Crie um novo arquivo chamado meutexto1

E. Digite “ls-l” e observe as permissões do novo arquivo

 

Agora, vamos alterar as permissões padrão para obtermos o seguinte resultado:

 

- Diretórios (rwxrwxr--)

 

- Arquivos (rw-rw---x)

 

F. Digite:

 

 

Repita os passos B a E e confira o resultado.

 

6.1.4 – Mudando o proprietário

 

Para mudar o proprietário de um arquivo ou diretório usamos o comando chown

 

Sintaxe : chown [user] [ arquivo ou diretório]

 

Chown aceita o uso de metacaracteres

Pode ser usado recursivamente usando a opção -R.

Só pode ser usado por administradores.

 

Vamos mudar o proprietário do arquivo meutexto para “maria”

 

A. Se logue como root e vá para o diretório /home/curso

B. Digite:

 

 

Figura 50 – Alterando o proprietário do arquivo meutexto

 

» Para alterarmos todos os arquivos do diretório bastaríamos usar o (*)

 

6.1.5 – Mudando o grupo

 

Para mudar o grupo de um arquivo ou diretório usamos o comando chgrp

 

Sintaxe : chgrp [grupo] [ arquivo ou diretório]

 

Chgrp aceita o uso de metacaracteres.

Pode ser usado recursivamente usando a opção -R.

Só pode ser usado por administradores.

 

Vamos mudar o grupo do arquivo meutexto para “maria”

 

C. Se logue como root e vá para o diretório /home/curso

D. Digite:

 

 

Figura 51 – Alterando o grupo do arquivo meutexto

 

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