[MEU 50º LIVRO]: BANCOS DE DADOS E ACESS - CURSO COMPLETO - DO BÁSICO AO VBA - 1602 páginas

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WINDOWS 7 - CURSO COMPLETO - 2400 páginas
Autor: Júlio Battisti


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Lição 374 - Anexo - Redes com Servidores Windows e o Active Directory

No princípio, um modelo Centralizado baseado no Mainframe:

Todos sabem que a evolução em informática é bastante rápida. Sempre estão surgindo novos conceitos, programas e serviços. Há algumas décadas, quando a informática começou a ser utilizada para automatizar tarefas administrativas nas empresas, tínhamos um modelo baseado nos computadores de grande porte, os chamados Mainframe.

Durante a década de 70 e até a metade da década de 80 este foi o modelo dominante, sem nenhum concorrente para ameaçá-lo. Os programas e os dados ficavam armazenados nos computadores de grande porte. Para acessar estes computadores eram utilizados (na prática sabemos que ainda hoje este modelo é bastante utilizado, mas isso é discussão para daqui a pouco) os chamados terminais burros. Para falar um pouco mais sobre este modelo, considere o diagrama da Figura A.6:

Curso Completo de Windows 7 - Júlio Battisti

Figura A.6 - O modelo baseado no Mainframe e no acesso via terminais “burros”.

O Mainframe é um equipamente extremamente caro, na casa dos milhões de dólares. Normalmente uma empresa prestadora de serviços de informática compra o Mainframe e hospeda neste equipamento, os sistemas e os dados de diversas empresas. O Mainframe é um equipamente que precisa de instalações adequadas, nas quais existam controle de temperatura, controle da umidade do ar, alimentação elétrica estabilizada, no-breaks, geradores, sistemas sofisticados e automatizados de Backup  e assim por diante.

Os aplicativos e dados ficam armazenados no Mainframe. Vamos supor que a empresa X é a dona do Mainframe, no qual estão hospedados aplicativos e dados da empreza Y. Para ter acesso a estes dados, a empresa Y contrata uma linha de dados (que até o início da década de 90, aqui no Brasil, apresenava velocidades da ordem de 1 ou 2 kbps). Na sede da empresa, a linha de dados é conectada a um Modem, o qual era conectado com um equipamente chamado MUX. O papel do MUX é permitir que mais de um terminal burro possa se comunicar com o Mainframe, usando uma única linha de dados. Os terminais burros eram ligados ao equipamento MUX, diretamente através da cabos padrão para este tipo de ligação.

Com isso os terminais eram, na prática, uma extensão da console do Mainframe, o qual permitia que vários terminais estivessam conectados simultaneamente, inclusive acessando diferentes sistemas. Este modelo ainda é muito utilizado, embora novos elementos tenham sido introduzidos. Por exemplo, os terminais burros foram praticamente extintos. Agora o terminal é simplesmente um software emulador de terminal, que fica instalada em um computador ligado em rede. Mas muitos dos sistemas e dados empresariais, utilizados hoje em dia ainda estão hospedados no Mainframe. Pegue a lista dos dez maiores bancos brasileiros (públicos ou privados) e, no mínimo, cinco deles, ainda tem grande parte dos dados no Mainframe. Um dos bancos do qual sou correntista mantém os dados no Mainframe. Quando eu acesso meu extrato via Internet, com toda segurança, usando Certificado Digital, com uma interface gráfica (tudo muito moderno e fácil de utilizar) estou na verdade acessando dados que estão no Mainframe. Tem alguma coisa de errado com isso? Nada. Conforme você mesmo poderá concluir ao final deste tópico, o modelo baseado no Mainframe tem muitas vantagens que foram desprezadas na década de 90, mas que hoje são mais valorizadas do que nunca.

O modelo baseado no Mainframe tem inúmeras vantagens, dentre as quais destaco as listadas a seguir:

  • Gerenciamento e Administração centralizada: Como os programas e os dados ficam instalados no mainframe, fica mais fácil fazer o gerenciamento deste ambiente. A partir de um único local o Administrador pode instalar novos sistemas, atualizar as versões dos sistemas já existentes, gerenciar o espaço utilizado em disco, gerenciar as operações de Backup/Restore, atualizações do sistema operacional e configurações de segurança.
  • Ambiente mais seguro: Com o gerenciamento centralizado é mais fácil manter o ambiente seguro, uma vez que um número menor de pessoas tem acesso ao ambiente. A segurança física também fica mais fácil de ser mantida, pois existe um único local a ser protegido.
  • Facilidade para atualização dos sistemas: Como os sistemas são instalados em um único local, centralizadamente – no Mainframe, fica muito simplificada a tarefa de instalar novos sistemas e fazer atualizações nos sistemas já existentes. Por exemplo, quando você precisa atualizar um novo sistema, é só instalar a nova versão no Mainframe e pronto. A próxima vez que os usuários fizerem a conexão com o Mainframe, já terão acesso a versão atualizada, sem que tenha que ser atualizado software em cada um dos terminais que irão acessar a aplicação. Isso elimina grande parte do trabalho de administração, implementação e suporte a aplicações.

Claro que este modelo não era (e não é ainda hoje), somente vantagens. Pois se assim fosse, não teriam surgido novos modelos, com propostas de descentralização como foi o caso do modelo Cliente/Servidor (o qual descreverei logo a seguir). Dentre as principais desvantagens do Mainframe, podemos destacar as seguintes:

  • O custo é elevado, ou pelo menos as pessoas achavam que o custo era elevado, até descobrirem o chamado TCO – Total Cost Ownership, do modelo Cliente/Servidor das redes locais. Mais adiante, quando for apresentado o modelo Cliente/Servidor, você entenderá melhor o “que” de ironia nesta frase.
  • As linhas de comunicação no Brasil apresentavam problemas seriíssimos de desempenho e custavam verdadeiras fortunas (não que hoje esteja uma maravilha, mas convenhamos que melhorou bastante). Além disso, a dependência da linha de comunicação era completa, ou seja, quando a linha ficasse fora do ar (o que acontecia com uma frequência espantosa no início dos anos 90), ninguém tinha acesso aos sistemas.
  • Na maioria dos casos, os sistemas e dados da empresa eram administrados por terceiros. O fato de os dados vitais para o funcionamento da empresa estarem sob a guarda de terceiros começou a ser questionado. As empresas não tinham nenhuma garantia concreta de como estes dados estavam sendo manipulados. Quem tinha acesso aos dados tinha também acesso aos logs de auditoria de acesso aos dados, o que é um problema sério de segurança e gerenciamento. Neste momento começa surgir um movimento pró descentralização dos dados, em favor de “trazer” os dados para servidores dentro da empresa ou sob o controle da empresa. Logo a seguir descrevo este e outros motivos que foram as grandes promessas do modelo Cliente/Servidor, modelo este que “seria” o paraíso (permitam-me um sorriso irônico) comparado com o modelo centralizado, baseado no Mainframe.

Morte ao Mainframe, viva a descentralização!!!

Normalmente quando começa a surgir um movimento de mudança, este apresenta características contrárias aos princípios do modelo vigente. Foi mais ou menos o que aconteceu com o modelo Cliente/Servidor, em relação ao modelo baseado no Mainframe.

No final da década de 80, início dos anos 90, os computadores padrão PC já eram uma realidade. Com o aumento das vendas os custos começaram a baixar e mais e mais empresas começaram a comprar computadores padrão PC. O próximo estágio neste processo foi, naturalmente, a ligação deste computadores em rede. Desde as primeiras redes, baseadas em cabos coaxiais, até as modernas redes, baseadas em cabeamento estruturados e potentes Switches de 100 MB ou de 1GB, o computador padrão PC continua sendo amplamente utilizado.

A idéia básica do modelo Cliente/Servidor era uma descentralização dos dados e dos aplicativos, trazendo os dados para servidores localizados na rede local onde os dados fossem necessários e os aplicativos instalados nos computadores da rede. Este movimento de um computador de grande porte – Mainframe, em direção a servidores de menor porte – servidores de rede local, foi conhecido como Downsizing, que eu me atrevo a traduzir como “Redução de Tamanho” ou “Redução de Porte”.

A seguir apresento um diagrama para ilustrar o modelo Cliente/Servidor. Depois faço alguns comentários para salientar os elementos deste modelo e em seguida comento as vantagens e desvantagens. No diagrama da Figura A.7 temos um exemplo de uma rede baseada no modelo Cliente/Servidor:

Curso Completo de Windows 7 - Júlio Battisti

Figura A.7 - O modelo baseado no Mainframe e no acesso via terminais “burros”.

No modelo Cliente/Servidor temos um ou mais equipamentos de maior capacidade de processamento, atuando como Servidores. Estes equipamentos normalmente ficam reunidos em uma sala conhecida como “Sala dos Servidores”. São equipamentos com maior poder de processamento (normalmente com dois ou mais processadores) , com grande quantidade de memória RAM e grande capacidade de armazenamento em disco. Os servidores normalmente rodam um Sistema Operacional específico para servidor, como por exemplo um dos sistemas operacionais listados a seguir:

  • Alguma versão do UNIX: AIX, HP-UX, SCO, etc.
  • Novell
  • Windows NT Server (3.51, 4.0) ou  Windows 2000 Server
  • Windows Server 2003, Windows Server 2008 ou Windows Server 2012

Nos servidores ficam os recursos a serem acessados pelas estações de trabalho da rede, como por exemplo pastas compartilhadas, impressoras compartilhadas, páginas da Intranet da empresa, aplicações empresariais, bancos de dados, etc. Como o próprio nome sugere, o servidor “Serve” recursos e serviços que serão utilizados pelas estações de trabalho da rede, as quais são chamadas de estações cliente ou simplesmente clientes.

Nas estações de trabalho dos usuários (conhecidas como clientes), são instalados programas, que fazem acesso a recursos disponibilizados pelos servidores. O exemplo mais típico de aplicação Cliente/Servidor, é uma aplicação desenvolvida em Visual Basic ou Delphi, a qual acessa dados de um servidor SQL Server, instalado em um servidor da rede. No diagrama da Figura A.7, temos um exemplo onde estão sendo utilizados três servidores:

  • Servidor de arquivos
  • Servidor de banco de dados
  • Servidor para outras funções (autenticação de usuários, resolução de nomes, Intranet, etc).

O modelo Cliente/Servidor pareceu, no início, ser uma solução definitiva em substituição ao modelo baseado no Mainframe. Porém os problemas, que não foram poucos, começaram a aparecer, dentre eles o elevado custo de administração e manutenção de uma rede baseada neste modelo, conforme descreverei mais adiante. Para entender o porquê deste custo elevado, é preciso falar um pouco sobre o modelo de aplicações em duas camadas, também conhecido como Cliente/Servidor clássico e todos os seus problemas.

Modelo em 2 camadas – Cliente/Servidor Clássico:

No início da utilização do modelo Cliente/Servidor, as aplicações foram desenvolvidas utilizando-se um modelo de desenvolvimento em duas camadas. Neste modelo, os programas, normalmente desenvolvidos em um ambiente gráfico de desenvolvimento, como o Visual Basic, Delphi ou Power Builder, são instalados em cada estação de trabalho - Cliente. Este programa acessa dados em um servidor de banco de dados, conforme ilustrado na Figura A.8:

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Figura A.8 - O Modelo de desenvolvimento em duas camadas.

Neste modelo, cada programa é instalado na estação de trabalho Cliente. Programa esse que faz acesso ao banco de dados que fica residente no Servidor de Banco de dados. Na maioria dos casos, a máquina do cliente é um PC rodando Windows, e a aplicação Cliente é desenvolvida utilizando-se um dos ambientes conhecidos, conforme citado anteriormente. Sendo a aplicação cliente, um programa para Windows (na grande maioria dos casos), esta deve ser instalada em cada um das estações de trabalho da rede. É o processo de instalação normal, para qualquer aplicação Windows. No modelo de 2 camadas, a aplicação Cliente é responsável pelas seguintes funções:

  • Apresentação: O Código que gera a Interface visível do programa, faz parte da aplicação cliente. Todos os formulários, menus e demais elementos visuais, estão contidos no código da aplicação cliente. Caso sejam necessárias alterações na interface do programa, faz-se necessária a geração de uma nova versão do programa, e todos as estações de trabalho que possuem a versão anterior, devem receber a nova versão, para que o usuário possa ter acesso as alterações da interface. Aí que começam a surgir os problemas no modelo em 2 camadas: Uma simples alteração de interface, é suficiente para gerar a necessidade de atualizar a aplicação, em centenas ou milhares de estações de trabalho, dependendo do porte da empresa. O gerenciamento desta tarefa, é algo extremamente complexo e de custo extremamente elevado.
  • Lógica do Negócio: As regras que definem a maneira como os dados serão acessados e processados, são conhecidas como “Lógica do Negócio”. Fazem parte da Lógica do Negócio, desde funções simples de validação da entrada de dados, como o cálculo do digito verificador de um CPF, até funções mais complexas, como descontos escalonados para os maiores clientes, de acordo com o volume da compra. Questões relativas a legislação fiscal e escrita contábil, também fazem parte da Lógica do Negócio. Por exemplo, um programa para gerência de Recursos Humanos, desenvolvido para a legislação dos EUA, não pode ser utilizado, sem modificações, por uma empresa brasileira. Isso acontece porque a legislação dos EUA é diferente da legislação brasileira. Em síntese, as regras para o sistema de Recursos humanos são diferentes. Alterações nas regras do negócio são bastante frequentes, ainda mais com as repetidas mudanças na legislação do nosso país. Com isso,  faz-se necessária a geração de uma nova versão do programa, cada vez que uma determinada regra muda, ou quando regras forem acrescentadas ou retiradas. Desta forma,  todos as estações de trabalho que possuem a versão anterior, devem receber a nova versão, para que o usuário possa ter acesso as alterações . Agora temos mais um sério problema no modelo de 2 camadas: Qualquer alteração nas regras do negócio (o que ocorre com frequência), é suficiente para gerar a necessidade de atualizar a aplicação, em centenas ou milhares de computadores. O que já era complicado, piorou um pouco mais.

A outra camada, no modelo de 2 camadas, é o Banco de dados, o qual fica armazenado no Servidor de banco de dados.

Com a evolução do mercado e as alterações da legislação, mudanças nas regras do negócio são bastante frequentes. Com isso o modelo de duas camadas, demonstrou-se de difícil manutenção e gerenciamento, além de apresentar um TCO – Total Cost Ownership (Custo Total de Propriedade) bastante elevado.

O TCO é uma medida do custo total, anual, para manter uma estação de trabalho conectada a rede, e funcionando com todos os programas que o usuário necessita, atualizados. Este custo leva em conta uma série de fatores, tais como o custo do Hardware, o custo das licenças de software, o custo do desenvolvimento de aplicações na própria empresa, o custo das horas paradas em que o funcionário não pode utilizar os sistemas por problemas na sua estação de trabalho e assim por diante. Alguns cálculos chegaram a apontar que o custo para manter um PC em rede, por ano, fica na casa dos U$ 10.000 (é dólares mesmo).

Na prática este custo é impraticável. Sempre que um determinado modelo apresenta problemas, aparentemente intransponíveis, a indústria de informática parte para a criação de novos modelos. Em busca de soluções para os problemas do modelo de duas camadas, é que surgiu a proposta do modelo de 3 camadas, conforme analisaremos a seguir.

Para que você possa entender como a evolução partiu do mundo baseado no Mainframe, para uma tentativa de um mundo baseado completamente no modelo Cliente/Servidor e acabou por chegar a um modelo misto, vou detalhar o modelo de aplicações Web, baseado em 3 ou mais camadas.

Aplicações em 3 Camadas:

Como uma evolução do modelo de 2 camadas, surge o modelo de três camadas. A idéia básica do modelo de 3 camadas, é retirar as Regras do Negócio, da aplicação Cliente e centralizá-las em um determinado ponto (as aplicações saíram do Mainframe para as estações de trabalho e agora começam a ser centralizadas novamente nos servidores da rede), o qual é chamado de Servidor de Aplicações. O acesso ao banco de dados é feito através das regras contidas no Servidor de Aplicações. Ao centralizar as Regras do Negócio em um único ponto, fica muito mais fácil a atualização destas regras, as quais conforme descrito anteriormente, mudam constantemente. A Figura A.9, nos dá uma visão geral do modelo em 3 camadas:

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Figura A.9 - O Modelo de Desenvolvimento em Três Camadas.

Todo o acesso do cliente, aos dados do servidor de Banco de dados, é feito de acordo com as regras contidas no Servidor de Aplicações. O cliente não tem acesso aos dados do servidor de Banco de dados, sem antes passar pelo servidor de aplicações. Com isso as três camadas são as seguintes:

  • Apresentação: Continua no programa instalado no cliente. Alterações na Interface do programa, ainda irão gerar a necessidade de atualizar a aplicação em todos as estações de trabalho, onde a aplicação estiver sendo utilizada. Porém cabe ressaltar, que alterações na interface, são menos frequentes do que alterações nas regras do negócio.
  • Lógica: São as regras do negócio, as quais determinam de que maneira os dados serão utilizados e manipulados pelas aplicações. Esta camada foi deslocada para o Servidor de Aplicações. Desta maneira, quando uma regra do negócio for alterada, basta atualizá-la no Servidor de Aplicações. Após a atualização, todos os usuários passarão a ter acesso a nova versão, sem que seja necessário reinstalar o programa cliente em cada um dos computadores da rede. Vejam que ao centralizar as regras do negócio em um Servidor de Aplicações, estamos facilitando, bastante, a tarefa de manter a aplicação atualizada. As coisas estão começando a melhorar.
  • Dados: Nesta camada temos o servidor de banco de dados, no qual reside toda a informação necessária para o funcionamento da aplicação. Cabe reforçar, que os dados somente são acessados através do Servidor de Aplicação, e não diretamente pela aplicação cliente.

Com a introdução da camada de Lógica, resolvemos o problema de termos que atualizar a aplicação, em centenas ou milhares de estações de trabalho, toda vez que uma regra do negócio for alterada. Porém continuamos com o problema de atualização da interface da aplicação, cada vez que forem necessárias mudanças na Interface. Por isso que surgiram os modelos de n-camadas.

No próximo tópico, vou falar um pouco sobre o modelo de 4 camadas

Aplicações em Quatro Camadas:

Como uma evolução do modelo de três camadas, surge o modelo de quatro camadas. A idéia básica do modelo de 4 camadas, é retirar a apresentação do cliente e centralizá-las em um determinado ponto (agora está ainda mais parecido com a época do Mainframe, onde a aplicação ficava residente no mainframe e era acessada via terminal burro), o qual na maioria dos casos é um servidor Web. Com isso o próprio Cliente deixa de existir como um programa que precisa ser instalado em cada computador da rede. O acesso a aplicação, é feito através de um Navegador, como por exemplo, o Internet Explorer, Firefox, Chrome, etc..  A Figura A.10, nos dá uma visão geral do modelo em quatro camadas.

Para acessar a aplicação, o cliente acessa o endereço da aplicação, utilizando o seu navegador, como no exemplo a seguir:

http://intranet.minhaempresa.com/sistemas/vendas.aspx

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Figura A.10 - O Modelo de desenvolvimento em quatro camadas.

Todo o acesso do cliente ao Banco de dados, é feito de acordo com as regras contidas no Servidor de aplicações. O cliente não tem acesso ao Banco de dados, sem antes passar pelo servidor de aplicações. Com isso temos as seguintes camadas:

  • Cliente: Nesta caso o Cliente é o Navegador utilizado pelo usuário, quer seja o Internet Explorer, quer seja o Firefox, ou outro navegador qualquer.
  • Apresentação: Passa para o Servidor Web. A interface pode ser composta de páginas HTML, ASP, ASP.NET, PHP, Flash ou qualquer outra tecnologia capaz de gerar conteúdo para o navegador do Cliente. Com isso alterações na interface da aplicação, são feitas diretamente no servidor Web, sendo que estas alterações estarão, automaticamente, disponíveis para todos os Clientes (parece ou não parece Mainframe, com o Navegador fazendo o papel do terminal burro para acesso às aplicações??). Com este modelo não existe a necessidade de reinstalar a aplicação em todos os computadores da rede, cada vez que a interface for alterada. Fica muito mais fácil garantir que todos estão tendo acesso a versão mais atualizada da aplicação. A única coisa que o cliente precisa ter instalado na sua máquina, é o navegador. Com isso os custos de manutenção e atualização de aplicações fica bastante reduzido, ou seja, baixa o TCO – Total Cost Ownership.
  • Lógica: São as regras do negócio, as quais determinam de que maneira os dados serão utilizados. Esta camada está no Servidor de Aplicações. Desta maneira, quando uma regra do negócio for alterada, basta atualizá-la no Servidor de Aplicações. Após a atualização, todos os usuários passarão a ter acesso a nova versão, sem que seja necessário reinstalar o programa em cada estação de trabalho da rede. Vejam que ao centralizar as regras do negócio em um Servidor de Aplicações, estamos facilitando a tarefa de manter a aplicação atualizada.
  • Dados: Nesta camada temos o servidor de banco de dados, no qual reside toda a informação necessária para o funcionamento da aplicação.

Com o deslocamento da camada de apresentação para um Servidor Web, resolvemos o problema de termos que atualizar a aplicação, em centenas ou milhares de computadores, cada vez que a interface da aplicação precisar de alterações.  Neste ponto a atualização das aplicações é uma tarefa mais gerenciável, muito diferente do que acontecia no caso do modelo em 2 camadas.

Os servidores de Aplicação, Web e banco de dados, não precisam, necessariamente ser servidores separados, isto é, uma máquina para fazer o papel de cada um dos servidores. O conceito de servidor de Aplicação, servidor Web ou servidor de Banco de dados, é um conceito relacionado com a função que o servidor desempenha. Podemos ter, em um mesmo equipamento, um Servidor de aplicações, um servidor Web e um servidor de banco de dados. Claro que questões de desempenho devem ser levadas em consideração.

Também podemos ter a funcionalidade do Servidor de Aplicações distribuída através de vários servidores, com cada servidor tendo alguns componentes que formam parte das funcionalidades da aplicação. Este modelo onde temos componentes em diversos equipamentos, é conhecido como Modelo de Aplicações Distribuídas. Também podemos colocar os componentes em mais do que um servidor para obter um melhor desempenho, ou redundância, no caso de um servidor falhar.

O Júlio ficou louco ou estamos voltando ao Mainframe?

Amigo leitor, nem uma, nem outra. Você deve estar utilizando os seguintes passos de raciocínio, baseado no texto que acabou de ler:

1.         Na época do Mainframe os aplicativos e os dados ficavam no Mainframe. O acesso era feito através de terminais, conhecidos como terminais burros. A administração era feita centralizadamente, o que facilitava a atualização e manutenção das aplicações.

2.         No modelo Cliente/Servidor clássico a aplicação e a lógica ficam no programa instalado na estação de trabalho cliente e os dados no servidor de banco de dados. Isso gera dificuldades para atualização das aplicações e um elevado custo para manter este modelo funcionando.

3.         A nova tendência é portar as aplicações para um modelo de n camadas, onde as aplicações, a lógica e os dados ficam em servidores (de aplicações, Web e de banco de dados) e o acesso é feito através de um Navegador.

4.         Puxa, mas o modelo em n camadas é praticamente o mesmo modelo do Mainframe, com aplicações e dados no servidor, administração centralizada e redução no custo de propriedade (TCO) em relação ao modelo Cliente/Servidor tradicional? É isso mesmo, este modelo é muito próximo do modelo do Mainframe, porém com todas as vantagens da evolução da informática nestas últimas décadas, tais como interfaces gráficas, programas mais poderosos e por aí vai.

Na prática, o que está em uso nas empresas é um modelo misto, onde algumas aplicações rodam no PC do usuário e outras são acessadas através da rede, mas rodam nos servidores da rede da empresa. O que se busca é o “melhor dos dois mundos”, ou seja os recursos sofisticados e aplicações potentes com interfaces ricas do modelo Cliente/Servidor, com a facilidade e custo reduzido do modelo Centralizado da época do Mainframe.

Posso citar o exemplo de um dos bancos com os quais trabalho. Quando vou ao banco renovar um seguro ou tratar algum assunto diretamente com o gerente, vejo que ele tem na sua estação de trabalho, aplicativos de produção do dia-a-dia, tais como o Microsoft Word, Microsoft Excel, um aplicativo de cálculos e análise de crédito e assim por diante. Este mesmo gerente utiliza o site da empresa para fornecer informações. Ele também utiliza a Intranet da empresa para se manter atualizado. Além disso ele utiliza alguns sistemas que ainda residem no bom e velho mainframe. Por exemplo, quando eu peço que ele faça uma alteração no meu endereço de correspondência, ela acessa a famosa telinha verde, de um programa emulador de terminal, que acessa uma aplicação que está no Mainframe da empresa.

Este caminho me parece muito mais sensato, ou seja, não precisa ser um ou outro modelo, mas sim o melhor dos dois mundos.

Agora que você já sabe sobre os modelos de redes e de desenvolvimento de aplicações utilizados nas empresas, é hora de falar sobre o papel do Windows Server 2003 nestas redes.

Nota: neste tópico falarei sobre o papel do Windows Server 2003, mas este papel é o mesmo para as versões mais recentes, tais como o Windows Server 2008 ou o Windows Server 2012.

Onde entra o Windows Server 2003 neste história?

O Windows Server 2003 foi projetado para ser o sistema operacional dos servidores da rede da empresa. Como sistema operacional para servidor, ele é capaz de ser configurado para desempenhar diferentes tipos de funções, desde um simples servidor de arquivos e de impressão, até um sofisticado servidor de acesso remoto, com Firewall de proteção contra ataques vindos da Internet. O que define o papel que um servidor baseado no Windows Server 2003 irá desempenhar é, basicamente, a configuração e os serviços instalados e configurados no servidor.

A seguir descrevo os principais papéis que um servidor com o Windows Server 2003 pode desempenhar na rede da empresa:

  • Controlador de domínio: Conhecido resumidamente como DC – Domain Controler, é um servidor onde está instalado o Active Directory (para mais detalhes sobre o Active Directory, veja a parte final deste Anexo). Nos DCs fica uma cópia do banco de dados com diversas informações da rede, tais como nomes de usuários, senhas, nomes de grupos, lista de membros de cada grupos, contas de computadores, políticas de segurança e assim por diante.
  • Servidor de arquivos e impressão: Esta é um dos usos mais comuns para um servidor de rede. Os arquivos ficam gravados em pastas compartilhadas no servidor e podem ser acessados por qualquer computador da rede, desde que o usuário tenha as devidas permissões de acesso. O mesmo é válido em relação as impressoras. Posso ter, por exemplo, uma impressora laser colorida, de alto desempenho e qualidade, instalada e compartilhada em um servidor.
  • Servidor DNS, WINS e DHCP: O DNS e o WINS são serviços para resolução de nomes em uma rede. Conforme apresento detalhadamente no Capítulo 16 do livro “Windows Server 2003 – Curso Completo - https://juliobattisti.com.br/loja/detalheproduto.asp?CodigoLivro=CWIN000019 ”, 1568 páginas, o DNS é que faz a tradução de um endereço como por exemplo www.juliobattisti.com.br, para o respectivo endereço IP. O WINS é utilizado por questões de compatibilidades com as versões do Windows mais antigas, tais como Windows 95, 98 ou Me. O serviço DHCP é utilizado para fazer a configuração automática do protocolo TCP/IP nas estações de trabalho da rede.
  • Servidor Web: Com o IIS 6.0 o Windows Server 2003 pode atuar como um poderoso servidor Web, disponibilizando serviços de hospedagem de páginas (http), cópia de arquivos (ftp) e hospedagem de aplicações baseadas em tecnologias como ASP ou tecnologias mais atuais, como Web Services e ASP.NET. Você pode utilizar o Windows Server 2003 e o IIS 6.0 para criar um servidor Web para a Intranet da empresa ou para suportar o site da empresa na Internet. Com o Windows Server 2003 Data Center Edition e a tecnologia de Cluster, você pode utilizar o Windows Server 2003 para criar sites que suportam elevado número de acessos e grande número de usuários simultaneamente. Como exemplo basta citar o site da Microsoft (www.microsoft.com), um dos mais visitados do mundo.
  • Servidor de banco de dados: Neste caso temos um servidor com o Windows Server 2003 e o SQL Server instalado. O SQL Server é o servidor de banco de dados relacionais da Microsoft. Oferece funcionalidades avançadas como replicação de dados, stored procedures, acesso a diferentes fontes de dados, múltiplas instâncias em um único servidor, mecanismo de segurança refinado e integrado com o Windows, transações distribuídas, etc. Podemos acessar os dados de um servidor SQL Server, no formato XML, utilizando um navegador, através do protocolo HTTP. O SQL Server é projetado para ser instalado no Windows Server (embora existam versões mais light que podem rodar em versões clientes do Windows, tal como o Windows XP, Windows Vista, Windows 7 ou Windows 8).

Para maiores informações sobre o SQL Server, consulte as seguintes fontes:

1.         http://www.microsoft.com/sql

 

2.         Livro: “SQL Server 2005 Administração e Desenvolvimento: Curso Completo”, de minha autoria, publicado pela editora Axcel Books. Para todos os detalhes sobre o livro acesse https://juliobattisti.com.br/loja/detalheproduto.asp?CodigoLivro=CBDA000004

  • Servidor de e-mail: Neste caso além do Windows Server 2003 deve ser instalado o Exchange Server. O Exchange Server é um servidor de mensagens e correio eletrônico, além de uma plataforma para desenvolvimento de aplicações do Workflow. Cada vez mais o Exchange vem ganhando mercado de concorrentes como o Lotus Notes da IBM e o Novel Groupwise da Novel. O Exchange Server é completamente integrado com o Active Directory do Windows 2000 Server ou Windows Server 2003, o que facilita a criação e manutenção de contas de usuários. O suporte ao padrão de dados XML também foi introduzido nesta versão do Exchange. Maiores informações sobre Exchange podem ser encontradas nos seguintes endereços:
  • http://www.microsoft.com/exchange
  • http://www.msexchange.org/
  • Servidor de comunicação e acesso remoto: O Windows Server 2003 oferece o serviço RRAS – Routing and Remote Access Service, o qual permite que o Windows Server 2003 atue como um servidor de acesso remoto, para o qual usuários com notebooks ou outros dispositivos, equipados com modem, podem discar e se conectar à rede da empresa, tendo acesso aos recursos da rede, como se estivessem conectados localmente.

A seguir descrevo outros produtos da Microsoft que podem ser instalados em um servidor baseado no Windows Server 2003 e que fazem com que o servidor assuma diferentes papéis e funções na rede da empresa:

BizTalk Server

Este talvez seja um dos produtos da Microsoft, menos conhecidos. Porém considero um produto fundamental, principalmente para os profissionais que estão envolvidos em um projeto para a consolidação das aplicações da empresa. Com a consolidação do comércio eletrônico, principalmente do chamado B2B – Business to Business, que é o comércio entre empresas, cada vez faz-se mais necessária a integração entre sistemas de informação de diferentes empresas. Um dos maiores problemas é que estes diferentes sistemas de informação utilizam diferentes formatos de dados (a repetição da palavra “diferentes” é proposital, para enfatizar o conceito que está sendo exposto). Durante muito tempo, uma das soluções adotadas foi o EDI – Exchange Data Interchange. Porém o EDI apresenta algumas limitações, além de um custo elevado. Com o advento da Internet e do padrão XML, a troca de informações entre empresas tem migrado para soluções onde o XML é o formato universalmente aceito, o que facilita a troca de informações. O Biztalk Server é a solução da Microsoft que facilita a criação,desde o modelo conceitual até a implementação, de aplicações baseadas em XML, para troca de informações entre diferentes empresas ou entre diferentes sistemas dentro da mesma empresa. Maiores informações e uma versão de avaliação para download podem ser encontradas no seguinte endereço:

http://www.microsoft.com/biztalk

Commerce Server

O Commerce Server trabalha em conjunto com o IIS. Na verdade o Commerce Server facilita a criação e o gerenciamento de uma site para comércio eletrônico, quer seja B2C – Business to Consumer, quer seja B2B – Business to Business. Através de uma série de modelos prontos e através da utilização de assistentes, podemos rapidamente criar um site para comércio eletrônico. Após a criação, é possível personalizar o site de acordo com as necessidades da empresa. Pode trabalhar integrado com os demais servidores .NET. Por exemplo,  você pode utilizar o SQL Server para armazenar informações sobre o catálogo de produtos, preços e estoque. Maiores informações e uma versão de avaliação para download podem ser encontradas no seguinte endereço:

http://www.microsoft.com/commerceserver

Application Center

O Application Center é a ferramenta da Microsoft para a implementação e gerenciamento de Web sites que deverão suportar uma elevada carga de acesso, com um grande número de acessos simultâneos. Também oferece ferramentas para a distribuição de um site entre diversos servidores, com o objetivo de distribuir a carga entre diversos equipamentos. Com o uso do Application Center fica mais fácil realizar tarefas como por exemplo manter sincronizado o conteúdo dos diversos servidores, bem como fazer o gerenciamento e a distribuição de cargas.

Host Integration Server

Esta é a nova versão do antigo SNA Server da Microsoft, só que com o nome alterado. O Host Integration Server possibilita a integração de redes Windows com outros ambientes, como por exemplo, Mainframes baseados na arquitetura SNA da IBM. Esta é mais uma ferramenta que comprova que hoje as empresas procuram utilizar o melhor dos dois mundos (Mainframe e Cliente/Servidor), integrando as aplicações Cliente/Servidor com as aplicações no Mainframe. Maiores informações e uma versão de avaliação para download podem ser encontradas no seguinte endereço:

http://www.microsoft.com/hiserver

Internet Security and Acceleration Server – ISA Server

De certa maneira é o sucessor do Proxy Server 2.0 da Microsoft, com algumas melhorias. É utilizado para conectar a rede local da empresa, de uma maneira segura, à Internet, funcionando como um Firewall de proteção. Suas funções básicas são as seguintes:

1.         Firewall

2.         Cache de páginas

Maiores informações e uma versão de avaliação para download podem ser encontradas no seguinte endereço:

http://www.microsoft.com/isaserver

Mobile Information 2001 Server

O Framework .NET (que faz parte do Windows Server 2003) não foi concebido apenas para o desenvolvimento de aplicações que serão acessadas através de PCs ligados em rede ou computadores tradicionais. Com o Framework .NET, a Microsoft pretende fornecer uma sólida plataforma de desenvolvimento, também para os diversos dispositivos móveis existentes, tais como telefones celulares, assistentes pessoais, Palm Pilots, etc. Dentro desta estratégia, o Mobile Information 2001 Server desempenha um papel fundamental, fornecendo suporte ao protocolo WAP 1.1. Usando o Mobile Information 2001 Server é  possível, por exemplo, fazer com que as suas mensagens do Exchange sejam convertidas para o formato que possam ser lidas por um celular ou qualquer outro dispositivo habilitado ao protocolo WAP

Maiores informações e uma versão de avaliação para download podem ser encontradas no seguinte endereço:

http://www.microsoft.com/servers/miserver/default.htm


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